Saudações
do Crítico Nippon!
Shingeki
no Kyojin foi um anime razoável para uma obra medíocre. Seus méritos são todos do estúdio que o adaptou, não de seu autor. Animação, cores, trilha sonora. Já o roteiro, desenvolvimento e o
traço do mangá original são absolutamente abomináveis. E foi na sombra deste
sucesso estrondoso que o Wit Studio, responsável pelos titãs, deu vida a este
Koutetsujou no Kabaneri, ou Kabaneri of the Iron Fortress. E quem leu meus dois
textos sobre SnK (aqui e aqui), deve estar se perguntando como eu sequer dei
uma chance para essa nova proposta (eu me pergunto até hoje). Só posso respirar
aliviado por ter dado e me surpreendido positivamente com todos os aspectos da
obra. Tudo que não funcionava em Shingeki, funciona em Kabaneri. E nem adianta
reclamar de comparações: mesmo estúdio, mesma equipe técnica (diretor,
compositor), mesma premissa, personagens com papéis totalmente equivalentes da
Tropa de Exploração. Em suma, impossível analisar um quase remake sem comentar
aspectos do seu original.


