segunda-feira, 29 de abril de 2019

Se Liga no Erro (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Apesar de eu assistir todo tipo de filme oriental dos mais diversos países, nunca prestei atenção em suas séries. Foi quando, por alguma razão que não sei explicar, bati o olho nesta série da Netflix com apenas 5 episódios que acompanha uma equipe de jornalismo. Era curta o bastante para que eu me arriscasse um pouco nesse mundo. E ao término dela, posso dizer que fiquei feliz de ter arriscado. Então será o primeiro seriado live action que eu posto na coluna Crítico Nippon (e o primeiro completo do site, que havia apenas alguns “primeiras impressões”).




terça-feira, 19 de março de 2019

RWBY - Volumes 1 e 2


Saudações do Crítico Nippon!

Contando com inspirações das mais diversas fontes, dos irmãos Grimm à Final Fantasy, RWBY é um prato cheio pra qualquer fã de anime. Feito nos Estados Unidos, traz aquela familiaridade gostosa na maneira dos personagens interagirem uns com os outros (vide Avatar, Korra, O Príncipe Dragão) que se assemelha mais com os ocidentais. Porém, conta com toda a atmosfera e sequências de ação absorvidas da terra do sol nascente. A minha ideia, a princípio, é comentar uma porção de temporadas (volumes) por vez, pois os episódios tem uma duração mais curta. E, por acaso, descobri que o autor original, Monty Oum, morreu antes do lançamento do Volume 3. Então será uma experiência interessante analisar antes e depois do falecimento de seu idealizador.

(sem spoilers)



terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

O Príncipe Dragão - 2ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

É difícil controlar os ânimos com o mais novo universo do co-criador da Lenda de Aang. Torço com todas as forças para que funcione, assim como torcia com A Lenda de Korra, e que só me decepcionei. Então não acho que seja questão de expectativa. O Príncipe Dragão tem mérito próprio, sendo desde já um gigante. Esta segunda temporada (Livro 2 - Céu) explora cada vez mais o universo iniciado na primeira, com momentos genuinamente emocionantes, complexos e rico em seu universo e nos dilemas de seus personagens. E como autor de uma trilogia de fantasia, fico profundamente comovido com a força e expansão de uma história dessas.

(SEM SPOILERS... pra quem viu a primeira temporada, né)





sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Chihayafuru - Parte 3 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

O que o diretor Norihiro Koizumi fez com esta trilogia deveria ser estudado com cuidado pelos próximos realizadores que se aventurarem a adaptar mangás para o cinema. Modificando parte dos personagens principais (pra melhor), investindo no seu design de produção diferente do original (pra melhor), e criando uma direção fluída ao invés de episódica, cria os melhores live action que eu já assisti. E não por acaso, Speed Racer que costumava ocupar o cargo de melhor, também fez todas essas modificações citadas anteriormente. O que comprova que obras feitas copiadas e coladas, pra fã bater palma em trailer, sem qualquer pensamento crítico do que funcionaria ou não pra mídia cinematográfica, estão fadadas ao fracasso.


domingo, 13 de janeiro de 2019

Chihayafuru - Parte 2 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

Chihayafuru vem se consolidando como uma de minhas trilogias favoritas de todos os tempos. E trilogias fenomenais não faltam no Cinema. Espero poder escrever isso com propriedade ao assistir o capítulo final. Até o momento, o talentoso diretor Norihiro Koizumi parece ter compreendido perfeitamente o que funcionava ou não no original, aprimorando ainda mais para a linguagem cinematográfica. E após dedicar toda Parte 1 a conhecermos muito bem a relação entre todos, poderia finalmente cair na mesmice do original de enfiar adversários sem parar. O que não é o caso, estabelecendo novos conflitos internos, sem repetir qualquer fórmula já usada no anterior, é uma continuação direta e progressiva do desenvolvimento de todos.



sábado, 5 de janeiro de 2019

Dragon Ball Super: Broly (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Dragon Ball Super é facilmente o pior arco da franquia Dragon Ball (até pior que o GT, e tenho um texto inteiro sobre isso). É tudo que os haters sempre usaram pra justificar seu ódio contra DB: lutas descerebradas, transformações novas toda hora e uma das piores animações possíveis. Os textos que escrevi sobre a complexidade da saga Freeza (aqui e aqui), ou mesmo de alguns personagens específicos, jamais poderiam ser construídos com o fiapo de conteúdo de Super. Assim, eu não faço a menor ideia do que fui fazer nesta sessão de cinema. Inclusive, eu até já havia comparado Batalha dos Deuses e o Renascimento de Freeza com os filmes antigos que eram muito melhores. Dito tudo isso, este “Broly” ao menos é superior aos últimos dois. Muito superior, aliás. Além de trazer algumas das melhores lutas de todos os filmes da série, de modo geral.