terça-feira, 19 de março de 2019

RWBY - Volumes 1 e 2


Saudações do Crítico Nippon!

Contando com inspirações das mais diversas fontes, dos irmãos Grimm à Final Fantasy, RWBY é um prato cheio pra qualquer fã de anime. Feito nos Estados Unidos, traz aquela familiaridade gostosa na maneira dos personagens interagirem uns com os outros (vide Avatar, Korra, O Príncipe Dragão) que se assemelha mais com os ocidentais. Porém, conta com toda a atmosfera e sequências de ação absorvidas da terra do sol nascente. A minha ideia, a princípio, é comentar uma porção de temporadas (volumes) por vez, pois os episódios tem uma duração mais curta. E, por acaso, descobri que o autor original, Monty Oum, morreu antes do lançamento do Volume 3. Então será uma experiência interessante analisar antes e depois do falecimento de seu idealizador.

(sem spoilers)



terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

O Príncipe Dragão - 2ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

É difícil controlar os ânimos com o mais novo universo do co-criador da Lenda de Aang. Torço com todas as forças para que funcione, assim como torcia com A Lenda de Korra, e que só me decepcionei. Então não acho que seja questão de expectativa. O Príncipe Dragão tem mérito próprio, sendo desde já um gigante. Esta segunda temporada (Livro 2 - Céu) explora cada vez mais o universo iniciado na primeira, com momentos genuinamente emocionantes, complexos e rico em seu universo e nos dilemas de seus personagens. E como autor de uma trilogia de fantasia, fico profundamente comovido com a força e expansão de uma história dessas.

(SEM SPOILERS... pra quem viu a primeira temporada, né)





sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Chihayafuru - Parte 3 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

O que o diretor Norihiro Koizumi fez com esta trilogia deveria ser estudado com cuidado pelos próximos realizadores que se aventurarem a adaptar mangás para o cinema. Modificando parte dos personagens principais (pra melhor), investindo no seu design de produção diferente do original (pra melhor), e criando uma direção fluída ao invés de episódica, cria os melhores live action que eu já assisti. E não por acaso, Speed Racer que costumava ocupar o cargo de melhor, também fez todas essas modificações citadas anteriormente. O que comprova que obras feitas copiadas e coladas, pra fã bater palma em trailer, sem qualquer pensamento crítico do que funcionaria ou não pra mídia cinematográfica, estão fadadas ao fracasso.


domingo, 13 de janeiro de 2019

Chihayafuru - Parte 2 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

Chihayafuru vem se consolidando como uma de minhas trilogias favoritas de todos os tempos. E trilogias fenomenais não faltam no Cinema. Espero poder escrever isso com propriedade ao assistir o capítulo final. Até o momento, o talentoso diretor Norihiro Koizumi parece ter compreendido perfeitamente o que funcionava ou não no original, aprimorando ainda mais para a linguagem cinematográfica. E após dedicar toda Parte 1 a conhecermos muito bem a relação entre todos, poderia finalmente cair na mesmice do original de enfiar adversários sem parar. O que não é o caso, estabelecendo novos conflitos internos, sem repetir qualquer fórmula já usada no anterior, é uma continuação direta e progressiva do desenvolvimento de todos.



sábado, 5 de janeiro de 2019

Dragon Ball Super: Broly (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Dragon Ball Super é facilmente o pior arco da franquia Dragon Ball (até pior que o GT, e tenho um texto inteiro sobre isso). É tudo que os haters sempre usaram pra justificar seu ódio contra DB: lutas descerebradas, transformações novas toda hora e uma das piores animações possíveis. Os textos que escrevi sobre a complexidade da saga Freeza (aqui e aqui), ou mesmo de alguns personagens específicos, jamais poderiam ser construídos com o fiapo de conteúdo de Super. Assim, eu não faço a menor ideia do que fui fazer nesta sessão de cinema. Inclusive, eu até já havia comparado Batalha dos Deuses e o Renascimento de Freeza com os filmes antigos que eram muito melhores. Dito tudo isso, este “Broly” ao menos é superior aos últimos dois. Muito superior, aliás. Além de trazer algumas das melhores lutas de todos os filmes da série, de modo geral.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Have a Nice Day (2017)


Saudações do Crítico Nippon!

Primo de alma da fabulosa animação The King of Pigs, que pintava uma Coréia do Sul completamente podre em seus indivíduos, este Have a Nice Day faz exatamente o mesmo com a China contemporânea. Segundo filme do talentoso Liu Jian, é uma obra forte, que traz em suas cores diversos significados que ajudam a contar a história. Claramente inspirado na filmografia dos irmãos Coen, e obras como Pulp Fiction, e tantas outras do gênero, certamente deixaria estes primos distantes orgulhosos.



segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Chihayafuru - Parte 1 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

Ao escrever sobre o anime de Chihayafuru, salientei que “entendendo inicialmente (e apenas inicialmente) que a força do anime consiste em seus personagens e nas relações entre eles, não nas disputas de um jogo tão monótono”, pelo visto o diretor Norihiro Koizumi entendeu isso perfeitamente. Soando como um filme por si só, não uma adaptação que exigiria conhecimento prévio (algo que 90% dos live action soa), esta Parte 1 traz energia, cores e alegria a um universo que eu pensei que já conhecia, revelando-se uma experiência completamente nova. E no processo, se consolidou como meu live action favorito ao lado de Speed Racer.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Sora yori mo Tooi Basho


Saudações do Crítico Nippon!

Apesar de contar com apenas 13 episódios para narrar uma preparação, viagem de avião, navio e alguns dias na Antártida (sim, tudo isso), este anime sabe aproveitar muito bem cada capítulo. Recrutando as personagens de maneira divertida e irreverente, focando em seu desenvolvimento, estreitando os laços entre todas até o final da viagem, Sora yori mo Tooi Basho é mais um excelente acerto da Madhouse.

(Esse texto só existe graças aos Padrim. Participe também!)