domingo, 24 de novembro de 2019

O Príncipe Dragão - 3ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

Agora é oficial: essa divisão de 9 episódios está prejudicando a série. Claramente forçando decisões e movendo personagens de um canto para outro daquele mundo em uma velocidade surreal, a necessidade de criar clímax de 9 em 9 está sabotando a série. Em Avatar, cada temporada contava com 20, então não havia pressa para chegar nos locais e podiam construir arcos dramáticos com calma. Para construir um final de temporada, é necessário por volta de 3 episódios. Em uma temporada com 9, isso é um monte. Porém, em uma temporada com 20, míseros 3 episódios não são nada. E isso faz toda diferença do mundo. Aqui, em um episódio o personagem está feliz, no seguinte ela nunca esteve tão braba, é um salto rápido demais para gerar conflitos falsos no pouco tempo que eles possuem. Enfim, há muito o que se analisar.


(contém SPOILERS)




sábado, 16 de novembro de 2019

Psycho Pass - Sinners of the System (trilogia)


Saudações do Crítico Nippon!

Em preparação para a 3ª temporada de Psycho Pass, foi lançado no início deste ano uma trilogia de filmes. Surpreendentemente, o nome do criador da franquia, Gen Urobuchi, não está listado nos créditos finais. Vejamos como eles se saíram sem o envolvimento do autor:




sábado, 5 de outubro de 2019

Demon Slayer (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Creio que irei sempre dar uma chance ao shonen da vez, mas pelo visto eu estou ficando velho. Ou não, vai ver as obras não estão fazendo muita força. Demon Slayer tem um início absolutamente promissor e dinâmico, ainda que siga uma fórmula básica, acho que é impossível de não ser fisgado pela sua agilidade. Inclusive, não lembro de jamais ter visto um treinamento de dois anos em literalmente um episódio, como ocorre com seu protagonista. Infelizmente, essa agradável surpresa e rapidez não se mantém sequer até a metade do anime, que desce a ladeira sem jamais se recuperar.


sábado, 13 de julho de 2019

Love Exposure


Saudações do Crítico Nippon!

Responsável por algumas das obras mais ambiciosas do Japão contemporâneo, Sion Sono é responsável pelo formidável Why Don’t You Play in Hell (2013) que contava com um design de produção surpreendente e uma trama exponencialmente imprevisível. Bem como o extraordinário Antiporno (2017), cuja direção de arte e fotografia criavam planos belíssimos e coloridos, usando sua narrativa repleta de metalinguagem para criticar a própria indústria dos “roman porn” japoneses. Porém, o que lhe trouxe mesmo a fama e o fez decolar na indústria foi este Love Exposure (2008). Com 4 horas de duração absolutamente impecáveis, não é exagero considerar este o melhor filme japonês que eu já assisti.


domingo, 7 de julho de 2019

The Promised Neverland (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Facilmente um dos melhores animes do ano, The Promised Neverland é de tirar o fôlego de minuto a minuto.

(contém alguns spoilers básicos, mas o mínimo possível)



sexta-feira, 14 de junho de 2019

The Great Passage (2016)


Saudações do Crítico Nippon!

Após um dos melhores animes que eu já assisti na vida, precisava conferir o que mais a autora Shion Miura havia feito. E acontece que o anime anterior – este aqui - baseado em seu livro foi igualmente aclamado. E com razão. Conta uma história deliciosamente simples e inusitada: o desenvolvimento de um dicionário. E no processo, nos encantamos pelos seus personagens e pelo desenvolvimento todo desta construção.




domingo, 26 de maio de 2019

Run With the Wind (2018)


Saudações do Crítico Nippon!

Existem poucos animes que conseguem emocionar mais de uma vez no decorrer de sua exibição. Em um anime ótimo, haverão dois ou três momentos emocionantes, se tivermos muita sorte. Já Run With the Wind é daqueles que tem nove, dez, onze ou mais momentos de querer encher os olhos de lágrimas de alegria pelos personagens e suas pequenas conquistas. Sequer percebemos o quanto estamos sendo envolvidos com aquele time de corredores amador, e quando os momentos chegam, e chegam inúmeras vezes, somos pegos completamente desprevenidos. E aí percebemos que estamos diante de algo realmente especial.