Mostrando postagens com marcador Tragédia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tragédia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Helena: De Machado de Assis ao Studio Seasons

Gosto muito da sentença de Machado de Assis, ao afirmar que “Cada obra pertence ao seu tempo”, ao pedir a compreensão de um romance como Helena (1876). Se neste tempo em que a obra ganhou revisão ortográfica por seu autor, a obra era vista de soslaio pela grande crítica literária, o motivo não era outro senão seu caráter folhetinesco – romances melodramáticos e rocambolescos repletos de reviravoltas e intrigas voltados especialmente para as mulheres da época, mas também lidos por homens (mesmo porque, assim como Helena, muitos destes foram serializados em jornais da época, motivo pelo qual a estrutura se valer de diversos artifícios para prender a leitura), apesar de folhetins sempre ser estigmatizado pelo patriarcado. Razão pela qual ele declara que cada obra pertence ao seu tempo, aludindo que Helena fora fruto de um outro Machado de Assis, ainda jovem e ingênuo, como se define. Muito embora, considerasse Helena com grande carinho. 

domingo, 10 de abril de 2016

ERASED: Boku Dake ga Inai Machi (2016)

ERASED (Boku Dake ga Inai Machi/A Cidade Onde Apenas Eu Não Existo) é aquele tipo de série previsível em seus recursos narrativos, mas ainda assim cativante por ser bastante simpática. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

sábado, 4 de outubro de 2014

Revisitando Kiseijuu: Parasyte (1988)

A história de coexistência entre distintos seres vivos [plantas, animais, pessoas] e a dificuldade de compreensão mutua, ganhadora do Prêmio Seiun e Kodansha Manga Award.