
Eu não sou habituada em me aventurar no universo das novelas
e filmes japoneses, para evitar experiências como essa
aqui, afinal, japoneses são conhecidos mundialmente por suas atuações
exageradas e caricatas, que, aliás, me lembra em alguns aspectos as novelas
latinas
(que por acaso, sou fã, mesmo
ciente do nível de bizarrice – e essa é a graça). Por não ser uma
espectadora hardcore desse gênero, não tenho tanta propriedade para falar, mas
com o pouco que consigo “pescar” dos tokusatsus que meu pai assiste
(sim, ele fã), é perceptível a
diferença entre a nova e velha escola de atuações japonesas, onde a característica
era o exagero em demonstrar sentimentos. O que era até engraçado e que hoje aparente
foi drasticamente reduzidos a gritos e gestos. Notei isso no primeiro movie
live action de
Gantz, onde não temos
exatamente boas atuações, apesar do bom investimento. Mas como vi bastantes
elogios, imaginei que o problema pudesse ser comigo. Mas ai, eu me lembro
de filmes como
Kokuhaku, onde há uma diferença incrível
de qualidade.