sábado, 14 de setembro de 2013

Fall 2013: Temporada de Outono


45 novos títulos ao seu dispor. 19 comentados no ELBR.



Como sempre, Fall season de animes têm muito mais variedades e quantidade de títulos. Ao lado da Spring, são as que possuem maior potencial. Férias escolares, fechamento de ano fiscal, tudo isso são motivos suficientes para se investir muito mais nessas propagandas de 24 minutos.





01) Kill La Kill
Gênero: School life, Ação

Sinopse: Ryuuko Matoi (Ami Koshimizu) carrega uma grande variedade de armas de vários formatos, assim como metade de um par de tesouras. Ela está à procura de uma mulher que possui a segunda metade dessa tesoura, que aparentemente matou seu pai. Satsuki Kiryuuin (Ryoka Yuzuki) presidente estudantil da Honnouji Academy diz saber a identidade dessa mulher. Ryuuko se transfere para essa nova escola com sua metade de tesoura que se assemelha a uma espada e provoca todo o tipo de problemas entrando em duelos com outros estudantes. Satsuki é sua principal rival, todos aqueles que chegam à escola recebem um “reverse uniform”, e o de Satsuki é bem especial e ela usa isso para poder governar sobre todos. A série se centra no conflito entre Setsuko e Ryuuko. São ambas mulheres, ok?

Comentários: Quando o estúdio Gainax quebrou, a equipe se dividiu entre os que foram e os que ficaram. Os mais talentosos e criativos saíram e se dividiram entre dois estúdios: Khara (Rebuild of Evangelion) encabeçado por Ideaki Anno e Trigger (Little Witch Academia) encabeçado por Hiroyuki Imaishi – logo as duas principais vertentes e fonte criativa do estúdio. A equipe de Kill la Kill é essencialmente a mesma que trabalhou no adorado [e odiado] Gurren Lagann, inclusive com Imaishi de volta à direção. Dai já se pode notar que o hype de Kill la Kill frente aos fãs de animações japonesas não é por acaso, a série promete trazer o que há de melhor numa animação: movimentos fluidos, animação tradicional, character designer elástico e ação. Não ação no sentido de “trik-trak boom”, mas de movimentação em cena. Tem tudo para fãs de sakugas (sequências de animação) se molharem.

O conceito da história me lembra Akuma no Riddle, ou seria o inverso? Este também fora recentemente anunciado para ter uma adaptação em anime, mas não aparenta ter a originalidade estranha de Kill la Kill com uniformes simbiontes autoconscientes que se transformam em armas e diversas formas no corpo do portador. Sem dúvidas promete ser a série do ano, mas se irá cumprir a promessa do hype já é outra história. Se o novo anime de Shinichiro Watanabe (Cowboy Bebop, Sakamichi no Apollon), Space Danddy, fosse exibido este ano e não em 2014, daria uma briga das boas (se bem que já é na próxima temporada e KLK terá 2 cours).

Em tempo: numa conversa entre o argumentista e roteirista da série Kazuki Nakashima e o diretor Hiroyuki Imaishi à revista japonesa NewType, os dois revelam que o conceito da história surgiu quando Imaishi desenhou uma gang de mulheres num bar, que seria uma referência ao mangá da Jump ‘Otoko Gumi’, de 1974. E então surgira a ideia de fazer uma versão com garotas vestindo uniformes com poderes e lutando entre si. O interessante é que segundos os dois, começa como um mangá de batalha daqueles antigos da Jump, mas a trama ganhou vida própria e foi evoluindo conforme desenhavam, com o roteiro tendo que ser refeito várias vezes para comportar a evolução daquele mundo. O bastidores trazem outros detalhes interessantes como Imaishi rasgando roteiros iniciais na frente de Nakashima, justificando que não queria animar uma história medíocre. Detalhe interessante é Nakashima comentar isso com extremo bom humor e encarando o fato com positividade, já que estaria acostumado com os arroubos de Imaishi. Ainda comenta que ele já havia feito isso durante a produção de Gurren Lagan, gritando sonoramente “A broca no meu coração não vai girar com esse tipo de merda!”. Excêntrico, não?

É, estou ansiosa por Kill la Kill. Vejam o trailer pra sentirem a vibe do que virá.

Direção: Hiroyuki Imaishi
Composição de Roteiro: Kazuki Nakashima
Estúdio: Trigger
Episódios: 24
Estreia: 03/10


02) Samurai Flamenco
- Bloco Noitamina
Gênero: Super Hero, Ação

Sinopse: Ainda há muito pouco revelado sobre este anime, mas segundo os materiais promocionais, é uma história para adultos que não querem se tornar adultos, que um herói nunca deve desistir nem se esconder, nunca ser derrotado e lutar contra o mal.

Comentários: Apesar do “Samurai” no título, não espere nenhum samurai. Ao menos não no sentido clássico, já que é o protagonista que leva o nome de Samurai Flamengo, provavelmente por causa da espada que carrega e de suas cores flamencas; ou será que seu estilo de luta faz referência ao flamenco?  Talvez ainda melhor, seu estilo de luta estilo dança flamenco, imagino que louco? Bom, é uma história sobre heróis com reminiscências ao conceito de Tiger & Bunny e Psycho-Pass com relação a história girar em  torno da rivalidade entre dois personagens muito lindos que beira à tensão sexual. O certo é que há todo um subtexto homo em torno dessas rivalidades e isso não vem de hoje e nem é exclusivo do Japão, pelo contrário. Só da pra afirmar que a história segue o estilo tokusatsu, semelhante a Tiger & Bunny que reverencia os “Hero” americanos. Tanto que a série contará com insert songs das lentas dos tokusatsus Takayuki Miyauchi e Akira Kushida.

O estúdio responsável pela produção é o Manglobe, que ressurge com algo interessante e retorna às raízes após ter começado com animações muito criativas que fugiam do lugar comum, mas logo se render a produções mais comerciais e genéricas. Trilha um caminho parecido com o do Brains Base, ovulado pelos cults, e por falar nele, um dos melhores diretores de animes para tv, Takahiro Omori, responsável pelos ótimos Natsume Yuujinchou, Durarará e Baccano no estúdio, é quem dirigirá Samurai Flamenco no Manglobe. Está em ótimas mãos. Por fim: achei legal que uma boa média do elenco de personagens de Flamenco é constituída por personagens adultos. Refrescante.

Isso tem tudo para ser orgásmatico, suas pepekas estão em chamas também, amicos?

Diretor: Takahiro Omori
Composição de Roteiro: Hideyuki Kurata
Estúdio: Manglobe
Estreia:
Episódios: 22
MAL: http://goo.gl/8onnZY


03) Galilei Donna (Storia di tre Sorelle um Caccia di un mistero)
-Bloco Noitamina
Gênero: --

Sinopse: Em 2061, o aquecimento global é uma coisa do passado. As irmãs Ferrari; Hozuki (Rina Hidaka), Hazuki (??) e kazuki Ferrari (??), são três descendentes do famoso físico astrônomo Galileo Galilei. Elas vivem na Toscana, quando descobrem que uma misteriosa organização está à procura de algo chamado “Galilei Donna”, ao emitirem um mandato de busca internacional às três irmãs. As irmãs se tornam fugitivas e resolvem botar suas diferentes de lado para unirem forças contra a organização ao mesmo tempo que descobrem a verdadeira natureza de seus destinos.

Comentários: Quando o incendiário Yasuomi Umetsu anuncia seu retorno no front principal, todos ficam apreensivos. Sua fama vem de suas séries kink. Conhecido por sua pegada de violência, explosões, cores vivas, sexo, prostituição de garotas bonitas, sua fama de slaughter vem do clássico trash-cult ‘A Kite’ e ‘Mezzo Forte’, mas ao contrário dessas duas obras anteriores, Galilei Donna desponta com mais classe e moderação, até por estar sendo produzida por um estúdio/produtora mais conservadores para um slot conservador como Noitamina. Tá certo que não possui mais a mesma proposta de quando começou de ser voltado especialmente para o publico feminino e com obras com mais pedigree, mas ainda é uma grife. No entanto, Yasuomi Umetsu tem muito mais para mostrar do que apenas potaria, ele tem um timing Hollywoodiano para dirigir sequências de ação e tramas movimentadas e cheias de cor, tornando o cenário da ação algo muito pulsante e com vida, que espero ser algo que faça a diferença em Galilei Donna. E esse trio Ferrari ai são umas gracinhas fofas. Quero vê-las miando, no mau sentido. :3

Direção: Yasuomi Umetsu
Composição de Roteiro/Argumento: Yasuomi Umetsu
Roteiro: Atsushi Oka, Hideyuki Kurata, Jun Kumagai, Touko Machida
Estúdio: A-1 Pictures
Episódios: 11
Estreia: 10/10


04) Kyousogiga
Gênero: Fantasia, Sobrenatural

Sinopse: Escondido no coração de Tóquio há uma “capital espelho” por ser o reflexo exato da Tóquio verdadeira onde youkais e humanos vivem juntos e ninguém nunca morre. Ela é protegida por três pessoas; Kurama (Shigeru Nakahara), Yase (Eri Kitamura) e Myoue (Kenichi Suzumura), enquanto aguardam o retorno de seus pais ao trono, Myoue Jonin e Koto. Só que não é tão simples chegar nesse lugar, e apesar disso, um belo dia a jovem Koto (Rie Kugimiya) persegue um coelho pela cidade e acaba indo parar nessa dimensão diferente à procura de sua mãe. Sua chegada abala e perturba o tempo de paz daquela capital e todos a confundem com a Koto, mãe dos três protetores daquela realidade.

Comentários: Sim, mais uma das muitas variações da história clássica de Lewis Carrol, ‘Alice no País das Maravilhas’ (ou melhor, a sequência ‘Através do Espelho’). Os japoneses amam Alice e é impossível numerar a quantidade de obras inspiradas diretamente nesse universo produzidas por eles, sem contar as que são referências indiretas e inspirações. Originalmente Kyousogiga foi uma série de curtas metragens em formato ONA (Original Net Animation – ou seja, foi produzido para ser exclusivamente exibido pela internet através de sites de streaming como Youtube e Nico Nico Douga) iniciado em 2011, criado por Izumi Todo (Pretty Cure Series, Marie & Gali) para o estúdio Toei Animation em parceria com a empresa de brinquedos Banpresto (subsidiaria da Bandai) e direção do talentoso Rie Matsumoto. Apesar de desfragmentado, a série de 5 curtas é muito boa, o único porém era justamente espaço para seu mundo se expandir e fluir melhor, afinal, a experiência com os curtas é incompleto, não dá pra se compreender aquele universo plenamente e não ajuda a narrativa ser construída em lapso. A série é muito colorida, animação com movimentos elásticos e explosiva, nonsense e um folclore instigante. Além de personagens inquietos e travessos, maliciosos, não confiáveis. Tudo lembra um cartoon. O que está esperado para conferir estes curtas? Obviamente eles não serão necessárias para o entendimento da nova série, mas vale a espreitada para descobrir o que lhe aguarda.

Em tempo: o time de profissionais da Toei é bastante criativo embora seja um estúdio conhecido por ser mão de vaca e arriscar pouco fora da zona de segurança. Marie & Gali e Ashita no Nadja, além da série Pretty Cure, vieram desse mesmo time.

Direção: Rie Matsumoto
Composição de Roteiro: Izumi Todo, Rie Matsumoto
Estúdio: Toei Animation
Episódios: 13
Estreia: 02/10
Trailer: 


05) Nagi no Asukara
Gênero: Romance, Fantasia, Drama

Sinopse: Se sabe bem pouco a respeito, a não ser que se trata de “uma garota chamada Manaka Mukaido (Kana Hanazawa) que é indecisa e propensa a chorar” e seu amigo Hikari Sakishima (Natsuki Hanae), HUEHUEHUEHEUEHU BRINKS, a sinopse é a seguinte; Há muito tempo a humanidade viveu submersa no mar, mas os humanos ansiavam pela terra e abandonaram o mar. A partir disso uma divisão entre os que ficaram no oceano e os que partiram para a terra. Com isso, a mentalidade dos seres humanos da terra e do mar foram se distanciando e com os milhares de anos, se esqueceram que um dia a humanidade viveu sob a água. Isso vai mudar quando Tsumugu Kihara (Kaito Ishikawa) faz amizade com quatro garotas que moram em vilas no fundo do mar.

Comentários: UAAAAUUUUUUUUU!! Que argumento interessante! Porra!!! Tempos atrás eu assisti um documentário que defendia a existência das sereias como uma forma hoje esquecida por nós, mas que existem à milhões de anos desde tempos ancestrais, embora elas tenham consciência de nossa existência. É algo que a ciência ainda não conseguiu encontrar resultados que validem tantas teorias, mas que a própria ciência consegue explicar cientificamente caso fosse a existência de sereias fosse verdadeiro. Basicamente, elas descendem de nós, quando os seres humanos ancestrais se dividiram em vários grupos dando origem a varias espécies (como se sabe, a sobrevivente é a conhecida como Homo Sapiens). Enfim, eu amo essas coisas!

Esse é um projeto colaborativo comemorativo entre a revista a Comic Dengeki Daioh, que está comemorando 20 anos, e o estúdio P.A. Works. Eu estava olhando o trailer e, apesar de dizer bem pouco, o visual, o background, a doçura do projeto de personagens; é LINDO TUDO LINDO e a animação bonita que valora o minimalismo, que só. Além disso, tem um toque de realidade fantástica que é atraente e provocante. O argumento e roteiro é da controversa Mari Okada (AnoHana, Hanasaku Iroha), isso quer dizer que vai ter dramalhão, principalmente pelo conceito da história. Mas o que mais chama a atenção aqui é o character designer refinado e muito lindo de Buriki (Denpa Onna to Seishun Otoko, Haganai), só que aqui, pelos materiais promocionais, notei que está bem puxado para o estilo de sempre de personagens de animes do P.A. Works, que é mais mignon, com olhões regaçados ocupando grande parte da área oval da cabeça e, claro... cabeçudo, apesar dos traços característicos do Buriki se fazerem notar, o que é normal. Bom, o conceito da história, fora o mudo fantástico, é bem aquela que o P.A. Works vem se especializando desde Hanasaku Iroha, sobre um grupo de amigos, crescimento, amizade, lágrimas. 

Diretor: Toshiya Shinohara
Composição de Roteiro: Mari Okada
Estúdio: P.A. Works
Estreia: 03/10
Episódios: 12


06) Neppu Kairiku Bushi Lord
Gênero: Mecha, fantasia

Nota: Anime adiado para a próxima temporada de Inverno/Winter.


Sinopse: Ame é uma princesa Miko de um país chamado Ise, Yagyu Suo é uma arma amaldiçoada, e Kazusa Shin é um jovem líder de um país poderoso chamado Torai.

Comentários: Sabe? Notícias assim dão muito esperanças de projetos como Despera possam ainda ter a chance de ver a luz do dia mesmo depois da morte de seu diretor. No caso de Neppu Kairiku Bushi Lord, era uma franquia da produtora de card games Bushiroad que produziu, entre outros, Cardfight!! Vanguard, mas não fica apenas em jogos de cartas, eles também criaram o projeto multimídia de Tantei Opera Milky Holmes que se divide entre visual novel, anime, mangá e etc. Essa série seria inicialmente um filme que faria parte de uma franquia multimídia entre Bushiroad e outras empresas, como o estúdio Gainax (o filme se chamaria Neppu Kairiku Bushi Lord), marcado para ter inicio em 2003, mas após a morte do criador, também autor de Trinity Blood, o projeto entrou em hiatos. 

Agora eles retornaram com uma parceria entre a mega produtora Bandai Visual, a desenvolvedora de jogos Nitroplus e o estúdio Kinema Citrus. Parece promissor? A história é curiosa o suficiente para ao menos dar uma conferida, mas até agora só há o anuncio. Será que vai, dessa vez?

Diretor: Masayuki Sakoi
Composição do Roteiro: Norimitsu Kaiho (Nitroplus), Ukyo Kodachi (Nitroplus)
Estreia:
Episódios:
Estúdio: Kinema Citrus





07) Golden Time
Gênero: Comédia Romântica

Sinopse: Tada Banri (Makoto Furukawa) é recém-admitido numa concorrida universidade de Tóquio, mas acabou se perdendo no percurso para a cerimonia de abertura. Nessas, ele acaba cruzando com outro calouro perdido: Yanagisawa Mitsuo (Kaito Ishikawa). Quando finalmente eles conseguem chegar no local pretendido, aparece diante deles uma mulher segurando um buquê de rosas, o atirando em Mitsuo e lhe desejando parabéns, saindo de cena logo em seguida. Essa bela, elegante e bem vestida mulher é a amiga de infância de Kaga Kouko (Yui Horie). Quando crianças haviam prometido se casar, mas para fugir dela e dessa promessa, Mitsuo presta secretamente vestibular para uma universidade particular. O que não adiantou, pois ela resolveu ir atrás dele e ingressar na mesma universidade.

Comentários: Impossível fugir do clichê, então, essa é um anime adaptado da light novel do mesmo autor do amado Toradora!, sem dúvidas uma das empreitadas mais felizes do estúdio J.C. Staff que ajudou a caracterizá-lo como um bom estúdio para comédias românticas e o tipo de anime que toda pessoa assiste quando está começando a ver animes. Ao lado de Chobits, Toradora!, é um dos romances mais queridos e lembrados das pessoas que assistem animes, mas que estão longe de serem fãs hardcores. Inclusive, tendem a confundir com “shoujo”, pelo fato de serem séries de romance. Estruturalmente se assemelha à Toradora!, no sentido de polígonos românticos e casais que traem a expectativa. Mas dessa vez a protagonista não é uma tigresa de bolso, embora pareça igualmente uma tigresa, RAWR~. Enfim, não acredito que será outro “Toradora”, e isto é algo positivo caso se confirme, nem mesmo que terá o mesmo esmero. Chiaki Kon, que irá dirigir o anime, está sempre alternando entre bons e maus momentos, entre Nodames Cantabiles e Uminekos, mas seria muito legal se o resultado fosse satisfatório, gostei da garota ter uma aparência mais velha do que a média em animes de romances e melhor ainda o fato do cenário da história ser uma faculdade. XD

Direção: Chiaki Kon
Composição de Roteiro: Fumihiko Shimo
Estúdio: J.C. Staff
Estreia:
Episódios: 12


08) Kyoukai no Kanata (Beyond the Boundary)
Gênero: Sobrenatural, Fantasia, School Life

Sinopse: Akihito Kanbara (Kenn) é um estudante do segundo ano do ensino médio, que embora pareça humano, é na verdade metade Youmu (definido literalmente como ser “iluminado”, um “sonho catastrófico”. São criaturas que vagam pelo mundo humano que possuem várias formas e possuem apetite por carne humana, além de serem invisíveis aos olhos humanos normais) e metade humano, suas feridas são invulneráveis a feridas, já que ele pode-se regenerar rapidamente. Nessa história, criaturas estranhas vagam pelo mundo humano com formas humanas. Para fazer frente a elas, existem especialistas treinados chamados “Guerreiros do Mundo Espiritual” (Ikaishi), sua missão é proteger as pessoas dos ataques de Youmus. Num belo dia, Akihito Kanbara salva a sua colega Mirai Kuriyama (Risa Taneda), que estava prestes a pular do prédio da escola. A partir de então, ela descobre a existência de um mundo além da compreensão humana.

Comentários: Adaptado de uma light novel de 2 volumes publicada pela editora da corporação Kyoto Animation, Kyoukai no Kanata é a volta do estúdio ao seu velho publico alvo de sempre, depois de Free!. Só que dessa vez com uma história sobrenatural e não slice of life. A última vez que o estúdio flertou com a fantasia sobrenatural foi na parceria com a trinca de ouro Clannad, Air, Kanon 2006, que eram mais cotidianos do que sobrenatural, o fator mágico dessas obras sempre foi apenas um detalhe. Kyoukai no Kanata leva à Munto, que era de fato um mundo sobrenatural e fantástico. O legal de Kanata é que a série parece disposta a aproveitar o leque de possibilidades contido em Chuunibyou, mas pouco explorado por ser na verdade uma história mundana sobre o amadurecimento de seus personagens. Com possibilidades eu me refiro às boas cenas de ação em maior frequência, e apesar de que sem dúvidas é o anime de sempre do KyoAni, ou seja; com garotas rechonchudas e fofas e atrapalhadas e espivitadas, os trailers deixam um gostinho de sequências bem movimentadas.  O projeto de personagens é puro charme e bem variado em estilo.

Depois do KyoAni promover a estreia da diretora Hiroko Utsumi (sim, é uma mulher apesar das poucas informações existentes sobre ela não definirem seu gênero) em Free!, é a vez de Taichi Ishidate ocupar pela primeira vez o cargo. É um exercício bacana para um estúdio que não terceiriza seus trabalhos no que diz respeito a animações e possui sua própria escola de animação, o que sempre mantém a assinatura do estúdio imutável, mesmo quando se arriscam em coisas novas. E Taichi Ishidate cmo um dos melhores animadores do estúdio parece uma boa pedida aqui.

Direção: Taichi Ishidate
Composição do Roteiro:
Estúdio: Kyoto Animation
Estreia: 02/10
Episódios: 12

09) Log Horizon (Logando no Horizonte, Eu não Entrei Nesse Mundo Por Querer)
Gênero: Romance, Aventura, Fantasia

Sinopse: Tales Elder é um RPG de fantasia online, que se tornou popular no mundo inteiro. Mas... sempre tem o MAS, depois de uma instalação de um pacote de expansão, trinta mil jogadores no Japão são presos no seu interior. Entre eles está o estudante licenciado Shiroe (Takuma Terashima), que não é muito bom em interagir com os demais. Mas para sobreviver em um mundo cheio de monstros, ele forma uma aliança chamada “Horizon Log” com um grupo eclético de outros jogadores.

Comentários: Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm...., kakakaka~ Eu sei no que você está pensando. Eu também estou pensando nisso! Log Horizon é uma light novel do mesmo autor de Maoyuu Maou Yuusha, e se você quer saber, não acho que tenha algum mérito nisto, mas era uma série com uma ideia bem legal a principio usando uma estrutura convencional para contar uma história que fugia daqueles parâmetros. A ideia acaba se perdendo, mas claro, tem o desconto de ser uma adaptação com a visão de outra pessoa.

Demorou um pouco, mas a tendência é que obras de realidade virtual comecem a despontar por ai. Será que no meio de tantas séries de mais destaque, essa aqui conseguirá se destacar sendo uma temática que os gamers adoram? O character designer destoa de tudo na temporada.

Diretor: Shinji Ishihira
Composição de Roteiro: Toshizo Nemoto
Episódios: 25
Estreia: 05/10
Estudio: Satelight

10) Strike the Blood
Gênero: Sobrenatural, Fantasia, Romance, Ação

Sinopse: Existe a lenda de que o vampiro mais poderoso do mundo é o “quarto progenitor”, porém surgem o que chamam de 12 Kenjuu espalhando desgraças por onde passam, e junto deles a lenda se torna realidade quando este misterioso ser aparece tocando o terror. Para acabar com ele, a organização governamental Lion decido enviar um dos magos de um grupo de magos, este é conhecido como Xamã da Espada, ou Sword Shaman (porque soa mais cool na língua do Obama). Só que, nessas atrapalhadas que vivem acontecendo em todo material de light novel, há uma confusão e quem acaba sendo enviada para tal missão é apenas uma garota Sword Shaman aprendiz chamada Himeragi Yukina. Empunhando da lança mais forte contra espíritos demonhicos, Yukina chega no distrito demoníaco a de Itogami City. Como será este quarto progenitor e o que ela encontrará por lá?

Comentários: Vejam só, uma light novel do mesmo autor de Dantalian no Shoka e Asura Cryin', Gakuto Mikuno, mas porque não parece tão legal quanto dessa vez? Você sabe, romance, ecchi, vida escolar, vampiros , realmente não soa muito inspirador atualmente. Depois de dois animes bem sucedidos nessa temporada (WataMote/ Fate Kaleid), SILVER LINK retorna em uma coprodução com o estúdio CONNECT, mas sem Oonuma Shun no comando. Será que surpreende? Vale lembrar que Dantalian no Shoka fora recebido com desconfiança e comparações com Gosik, e descontado seu desfecho na adaptação em anime, Gakuto Mikuno soube envolver situações banais em uma boa escrita e personagens estereotipados em figuras interessantes em cenas.

Direção: Takao Sano
Composição de Roteiro: Hideyo Yamamoto
Episódios: 12
Estreia: 04/10
Estudio: SILVER LINK, CONNECT.




11) Yozakura Quartet Hana no Uta
Gênero: Sobrenatural, Ação

Sinopse: Em uma cidade onde os seres humanos e demônios coexistem, é preciso mais do que uma polícia normal para manter a paz. É ai que entra um quarteto fantástico de adolescentes únicos, cada um dotado de um poder super incrível!

Comentários: Quarteto Fantástico? Isso me lembrou Ao no Exorcist, e assistindo ao trailer, eu fiquei bem ouriçada pra conferir essa estreia. Tudo o que eu podia pensar na hora era “SUGOIIII, EU QUERO VER ISSO!”. Passa uma boa energia. Essa série já teve um anime de 12 episódios em 2008 e o projeto "Hoshi no Umi" de três episódios de 2010 a 2011. Já Yozakura Quartet Hana no Uta será um remake. Segundo o diretor Ryo-timo, o anime vai pegar o volume 1 do mangá (que já conta com 12 volumes e em andamento) e então ir incluído material original, evitando repetir o que já foi visto na série antiga. O elenco de dubladores dos personagens será o mesmo da série antiga. Ryochimo, pelo qual também é conhecido, deu várias declarações sobre pretender um novo anime, mas não tendo conseguido pensar em nada, optou por pegar Yozakura Quartet como ponto de partida. Em tempo, ele também dirigiu a série de OVA’s “Hoshi no Umi” e o Tatsunoko Productions está vindo com umas animações bem interessantes recentemente.

Direção: Ryo-timo
Composição de Roteiro: Manabu Ishikawa
Estúdio: Tatsunoko Production
Estreia: 06/10
Episódios: 12
Trailer: http://youtu.be/wJUsHIaIRNITat

12) Coppelion
Gênero: Sci-Fi

Sinopse: Em 2016 um colapso de uma usina nuclear criou uma grande catástrofe em Tóquio. 20 anos depois, as forças de Autodefesa mandaram um grupo de 3 meninas da unidade especial Coppelion a procura de sobreviventes pelas ruinas da cidade. O que intriga é o motivo de não estarem usando nenhum tipo de proteção contra radiação.

Comentários: Vou ser bem breve aqui. Estive aguardando este anime por um longo tempo, inclusive achava que tinha sido cancelado de vez. Na verdade, de fato o projeto fora engavetado na época do incidente Sismo e Tsunami de Tohoku de 2011, que atingiu usinas nucleares por lá. As feridas do povo japonês ainda eram muito recentes e eles tendem a ser bem sensíveis sobre essas coisas. Muitos animes que faziam alusões a tsunamis e radiação tiveram suas propostas revistas, e na época muito se comentava sobre o ultimo episódio de Madoka Magica pelo desfecho de proporções apocalípticas, mas aparentemente isso não afetou em nada o último episódio da série que fora exibido meses depois por motivos de: é Shaft. Enfim, Coppelion vem pelo estúdio GoHands, o mesmo do Project [K] e Mardock Scramble. O GoHands agora está empregando um novo estilo de animação aos seus animes com todos aqueles filtros, mas também utilizando melhor seus recursos, o que me faz ficar curiosa acerca dessa adaptação. São 8 volumes para adaptar e certamente deve terminar em aberto ou com final original ou um material todo tesourado e sem sentido, ou coisas piores, sei lá; ou todas as opções anteriores. Eu não li o mangá, embora sempre tive vontade, então vou sem muito conhecimento da história, mas se tiver muito ruim a gente dropa, ok? Apesar que a série original não parece ser essa Coca Cola toda também. E sim, não fui tão breve como pretendia =////

Direção: Shingo Suzuki
Composição de Roteiro: Makoto Nakamura
Estúdio: GoHands
Episódios: 12
Estreia: 02/10


13) Pupa

Gênero: Fantasa, Horror, Psicologico

Sinopse: Utsutsu (Nobunaga Shimazaki) e Yume Hasegawa (Ibuki Kido, de 16 anos!) são irmãos gêmeos. Num certo dia, Yume vê uma misteriosa borboleta vermelha e seu corpo sofre uma metamorfose, transformando-se numa criatura devoradora de humanos. Utsutsu tenta encontrar uma maneira de restaurar a forma de sua pequena irmã.

Comentários: Pupa também é conhecida como ninfa, ou crisálida, o estágio da metamorfose da larva até se transformar em inseto.  WIIIINCEST!!!! Sabem o que é isso? EU SINTO O CHEIRO DE FETICHES NO AR! O incesto entre dois irmãos no estado mais puro e sexual que existe. Okay, brincadeira, não levem meu pequeno arroubo a sério. Eu não leio o mangá, quero ser surpreendida pelo anime, mas andei folheando algumas páginas e sim, há feelings incestuosas naquela vibe meio implícito e tem frases no mangá que são bem ambíguas. É um mangá que já tem 3 volumes em andamento e, antes do seu anuncio, ouso dizer que ninguém nunca sequer ouviu falar dessa série ou de seu autor (a). Mas assim que anunciaram, começaram a traduzir o mangá, o que é muito legal! É a maravilha de um mangá desconhecido ganhando animação. O estilo do terror de Pupa não é muito clássico pelo que eu pude notar pelo estilo artístico da série, possui um quê mais experimental e artístico, no sentido de dar beleza às coisas grotescas e ser contemplativa. Também parece meio reflexiva, enfim, veremos, este é um trabalho que vai exigir recursos visuais.

Diretor: Tomomi Mochizuki
Composição de Roteiro: --
Estudio: Studio DEEN
Estreia: --
Episódios: 12
Trailer: http://youtu.be/nEU3zStgp34

14) Yowamushi Pedal (Weakling Pedal)
Gênero: Esportes, comédia

Sinopse: Bicicletas em 3DCG!!!!!!! Ops, digo... Sakamichi Onoda (Daiki Yamashita) é um otaku que ao entrar no ensino médio, decide ingressar num clube de anime por não ter nenhum amigo que pudesse conversar sobre animes, jogos, Akihabara e tudo o mais relacionado ao seu hobbie. Mas ele descobre que o clube fora dissolvido, e então sai a procura de mais 4 pessoas para poder restabelecê-lo. Desde pequeno ele pedalava em sua bicicleta para passeios curtos, comprar mantimentos e visitar Akihabara. Numa dessas ele é notado pelo igualmente calouro Shunsuke Imaizumi (Kousuke Toriumi) em uma de sua performances. Shokichi Naruko (Jun Fukushima) que visitava Akihabara para obter modelos de plásticos de Gundam para seus irmãos também é atraído pelas habilidades de Onoda. Logo eles descobrem que vão à mesma escola, será uma chance de Onoda formar amigos e reatar o clube?

Comentários: Um otaku ciclista em um comportamento saudável com seu hobbie? Certamente não se vê muito por ai. No entanto, o que mais chama a atenção é o fato de ser uma série que estruturalmente se trata de outro hobbie: bicicletas. Isso mostra que no Japão, ao menos no que se trata de ficção, pode-se fazer clubes de tudo, e de alguma forma isso me lembra Free! sem a homossexualidade latente. Over Drive e Nasu: Summer in Andalusia são dois animes de esportes sobre bicicletas bem elogiados, mas nunca cheguei a ver nada relacionado. Parece chato a primeira vista, mas animes de esportes geralmente conseguem tornar seus enredos muito atrativos, gostando ou não do esporte em questão. Alguém ai vai assistir? Da série "vai ganhar muito mais indo ler o mangá". 

Diretor: Osamu Nabeshima
Composição de Roteiro: Reiko Yoshida
Episódios: 12
Estúdio: TMS Entertainment
Estreia: 08/10


15) Aoki Hagane no Arpeggio  (Arpeggio of Blue Steel: Ars Nova)
Gênero: Sci-Fi

Sinopse: No ano de 2039, o aquecimento da temperatura do mar ocasionada pelo aquecimento global fez com que a humanidade perdesse muito do seu espaço habitável. Nesse cenário, surge em todo o mundo a “Frota da Névoa”, que, pasmem nada mais é do que navios que se tornam conscientes e ganham formas humanas, obviamente com formas humanas que eu quero dizer lindas garotas, e elas carregam armas super potentes. Então essas garotas, ou esses navios se você for um pouco mais cínico, começa a oprimir a humanidade. Sem a capacidade de resistir a essa frota, todos acabam sendo derrotados e impedidos de viajarem pelos 7 mares. 17 anos depois deste fatídico incidente, Gunzo Chihaya (Kazuyuki Okitsu) e seus amigos de alguma forma acham uma das embarcações da tal “Frota da Nevoa” que ganham formas humanoides e oferecem seu serviço à humanidade.

Comentários: Essa é pra você que realmente achou que já tinha visto de tudo. Yay! *levantem as mãozinhas* Garotas bonitas, navios, submarinos, armas... e CGI!! *agora chorem* O mangá tem 7 volumes e em andamento, é bem quotado entre quem ler e o enredo parece interessante apesar do conceito da história ser explorar o atrativo físicos de garotas bonitas, mas o interessante é não se resumir a isto ou se transformar num Freezing. Por outro lado, a série será feita totalmente em Cel-shading, incluindo os personagens*, e embora o estúdio SANZIGEN Animation tenha larga experiência no assunto atuando como subcontratado de diversos estúdios que utilizam a técnica, e ainda que esteja um resultado melhor que o visto no primeiro filme da nova trilogia de Berserk, não vai mesmo atingir o nível de produções como Black Rock Shooter e 009 Cyborg 2012 (que também tem seus problemas na fluidez de movimentos dos personagens). Não quer dizer nem mesmo algo bom, porque pelos vídeos, o resultado está horrível, os personagens parecem bonecas quando gesticulam e movimentam, o background também não está legal. Parece que estamos entrando em uma nova era para a animação japonesa, hã? Tempos tenebrosos, e por falar em tenebroso, a direção é de Seiji Kishi (Angel Beats!, Danganronpa, Jinrui wa Shimashita, Persona 4, Kamisama Dolls) um diretor que divide opiniões. As chances de terminar em aberto sem responder as questões do enredo são grandes. Da série “vai ganhar muito mais indo ler o mangá”.

Diretor: Seiji Kishi
Composição do Roteiro: Makoto Uezu
Estúdio: SANZIGEN Animation Studio
Estreia: 08/10
Episódios: 12


16) Gingitsune (Silver Fox)
Gênero: slice of life, coming of age

Sinopse: Após a morte de sua mãe, a jovem Makoto Saeki herdou sua habilidade de enxergar uma raposa sagrada chamada Gintaro, uma entidade que protege o templo Inari desde a era Edo. Com a ajuda da raposa, Makoto tem a possibilidade de ajudar as pessoas de sua comunidade, apesar de suas diferenças.

Comentários: Parece o típico anime para quem curte obras mais calmas, de crescimento e envolto em situações de humor e pequenos conflitos. O mangá possui 8 volumes e ainda em andamento. O estúdio Diomedea um tempo atrás surpreendeu com uma obra similar, Shinryaku! Ika Musume, um anime que como bem comentado pelo The CartDriver, não teria problema algum em deixar uma criança assistir de tão leve e inocente. Gingitsune também passa esse clima leve e por ser uma obra sem fio condutor forte, se fizerem uma boa adaptação é provável que não represente um problema, de fato.

Direção: Shin Misawa
Composição de Roteiro: Hiroshi Yamaguchi
Estúdio: Diomedea
Episódios: 12
Estréia: 07/10

17) Super Seisyun Brothers
Gênero: Comédia, slice of life

Sinopse: Uma história sobre dois casais de irmãos bem parecidos fisicamente e as pessoas pelo qual são apaixonados, que obviamente, envolve uma garota e um garoto de um dos dois casais. Os motivos que o levam serem amigos são bem fúteis: o fato de ambos os casais serem irmãos que se parecem fisicamente.

Comentário: Assim como WataMote na temporada passada, esse aqui é uma adaptação de web mangá, só que dessa vez é um shoujo. A história promete ser bem leve e sem grandes conflitos ou quaisquer complexidades. Me lembou os filmes americanos de dramédia romântica envolvendo 4 personagens que se relacionam entre si. Só que aqui não dá pra diversificar muito já que 2 membros do quadrado romântico são irmãos e essa história não parece querer apelar para velhos fetiches otacos. Estou curiosa pra saber como uma premissa vai se desenvolver e principalmente: se isto vai conseguir ser bom. A arte é interessante.

Em tempo: A Aic chegou a anunciar que estava planejando uma forma ‘””’’”’”’’’”””””””revolucionária”””””””””””””””””””””””” de poupar dinheiro na produção de animes, e vocês lembram bem do que foi Aku no Hana. Bom, neste caso em especifico eles vão fazer algo similar ao padrão que a Disney tinha até pouco tempo, de atribuir animadores para cada função especifica. No caso de Super Seisyun Brothers seria atribuir animadores para determinados personagens e não cenas em especifico. Aguardem o resultado.

Diretor: Masahiro Takata
Composição de Roteiro: Tomoko Konparu
Estreia: 14/09
Episódios: 12
Estúdio: AIC PLUS+
Trailer: 









18) Walkure Romanze (Valkyrie Romance: A História da Garota Cavaleiro)
Gênero: Ecchi, Harem

Sinopse: É sobre um estudante transferido que se torna um begleiter (um assistente de cavaleiro) em uma academia com torneios de cavaleiros. Ele tinha o intuito de treinar para se tornar um cavaleiro, após se tornar o campeão júnior incomparável em seu país de origem, porém uma lesão nas finais de uma competição fizeram com que ele se retirasse de cena, se tornando o begleiter de uma garota cavaleiro.

Comentários: Woohhh!! Um harém romance com amazonas!! Eu fiquei na fissura por conferir este aqui desde que tomei conhecimento sobre o anuncio, mais pelo visual mesmo, que traz garotas em trajes de cavaleiros e todo aquele cenário jockey que me lembra cenários yuri de colégios femininos. E essa série promete ser tão estupida quanto! O que não impende a gente de ver e até gostar HUEHUHUEHUE. É adaptação de um game dos mesmos desenvolvedores de Princess Lover!. Sacou? Ainda não, se trata de um eroge. Andei passando o olho vagamente e ao menos essa contraparte tem um ecchi daqueles clichezão de garota desastrada caindo sob os seios da outra e aquelas curvas desproporcionais. Eu até curto uns ecchi de vez em quando e esse tem romance, personagens mais maduras aparentmente, mas o mais importante são as cavaleiras com armaduras e uniformes de príncipes~ ! Acho que darei uma conferida e MORRER TODINHA. O diretor é o mesmo da versão de Aquarion Evol 2012.

Diretor: Yusuke Yamamoto
Conposição de Roteiro: Kazuyuki Fudeyasu
Episódios: 12
Estreia: 06/10
Estúdio: 8-Bit




19) Meganebu! (Clube do Óculos)

Gênero: slice of life

Sinopse: Essa história gira em torno de grupo de 5 garotos do ensino médio que em comum, têm o fato de usarem óculos. O cenário é uma escola rural, o protagonista tem paixão por óculos e por isso forma um clube... de óculos na escola.
Comentários: Essa é para todas as garotas que possuem fetiche por pretty boys usando óculos e sendo fofos e sendo muito amigos e sensíveis uns com os outros, essas coisas todas que fazem o coração ficar fuwa fuwa. Quer dizer, eu sou toda errada e não curto muito essas histórias, mas eu sei que muitas aqui vão curtir, eu sei. Oh, bem, eu olhei os projetos de personagens e OMG, meu peito não ficou indiferente; tem um de macacão (Minabe Yukiya) que faz o estilo garoto mal que me fez pensar que macacões são um fetiche muito, muito legal! Essa é uma produção original entre o Stúdio Deen, que está sempre fazendo adaptações de séries voltados para fujoshis, e Meganebu! Film PartnersTOHO. Quer dizer, originalmente o Studio Deen produziu em 2011 uma série de CD Drama de Meganebu! para as otomes, e agora resolveram adaptar a série ou simplesmente aproveitar o conceito. A diretora Soubi Yamamoto é tão nova (e tão bonita!), mas entre outros trabalhos, ela tem a direção de dois ovas yaois (This Boy Can Fight Aliens! e This Boy Caught a Merman). Ééééh, bem, é uma produção claramente barata, mas quem sabe não sai algo muito legal ai? Pelo material promocional, está prometendo ser uma série bem colorida e vibrante e com enfoque maior naquele tipo de amizade fofa e menos hormônios do que o visto em Free!.
Diretor: Soubi Yamamoto
Composição de Roteiro: Deco Akao
Episódios:
Estreia:
Estúdio: Studio Deen


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Leituras Recomendadas:
-Temporada de Outono 2013 – Guia completo das séries de animes (Gyabbo!)
-O NETOIN! na temporada de outubro'2013! (NETOIN!)



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