No último final de semana, chegou ao fim aqui em BH, aquele
que é considerado pelas pessoas do meio, como maior evento do gênero da América
Latina, o FIQ (Festival Internacional de
Quadrinhos), que levou o nome de Bienal de Quadrinhos até o ano de 2007, e
em 2009, teve o nome alterado para o atual.
Apesar de eu já morar aqui a mais de 3 anos, essa foi a primeira vez que
eu compareci, uma vez que o evento ocorre apenas de 2 em 2 anos. Aparentemente,
eu recebi o belíssimo presente de poder ter comparecido na melhor edição do
festival (a 7ª), que além de bater o
numero recorder de visitantes (realmente,
estava muito lotado – fechando nos 5 dias de festival, com cerca de 148 mil
pessoas, segundo dados oficiais). O melhor, talvez seja a iniciativa de se
abrir espaço para os alunos das escolas de BH pudessem visitar o local do
evento, durante o horário escolar, que contou até com uma gibiteca (eu adorava gibitecas, até chegar aos 15
anos)no local.