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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Ghibli responde Fã que Não Entendeu A Viagem de Chihiro

Lançado há quinze anos, o ganhador do Óscar de Animação A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no Kamikakushi/Spirited Away, 2001) tornou-se o filme mais popular do Studio Ghibli, é um filme que ainda hoje promove debates e discussões tanto na base de fãs de animação quanto de profissionais – parte disto se deve à quantidade de metáforas (muitas delas pouco compreensíveis ao grande publico, e em especial aos de outra cultura) e subtextos presentes na obra de Hayao Miyazaki

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Isao Takaha recusa mais uma vez convite da Academia

Após recusar o convite feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (organização responsável pela votação e distribuição do Óscar) em Junho do ano passado, o lendário diretor de clássicos como Cemitério dos Vagalumes, voltou a declinar de um novo convite para o júri do Óscar. Segundo o ANN, a justificativa dele foi a de estar muito ocupado trabalhando. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Imagem do Dia: E se De Volta Para Futuro Fosse um Anime do Ghibli?

Aquele comercial com os atores de De Volta Para o Futuro continua fazendo sucesso. Ou algo assim. Eu não sei o que está se passando com vocês, ando ocupada demais lidando com a minha vida ruim. Mas achei bem legal essa fanart em referência à cena clássica de Back to the Future com traços característicos de uma animação do estúdio Ghibli

sábado, 11 de julho de 2015

O Reino dos Sonhos e da Loucura

Saudações do Crítico Nippon!

Em certo momento de O Reino dos Sonhos e da Loucura, Hayao Miyazaki se pergunta “Como posso, aos 70 anos, ainda estar desenhando?”. Muitos minutos de filme depois (e meses de vida real), terminando um dia exaustivo de trabalho, sai de lá sozinho à noite resmungando quase que para si mesmo: “Amanhã vou desenhar melhor [que hoje]’”. E é fascinante notar o incontido perfeccionismo desse famoso artista, um dos cabeças do Studio Ghibli, que em pleno século XXI (ele parece amaldiçoar esses tempos) continua criando filmes desenhados quadro a quadro. E esse é só um dos inúmeros aspectos que esse maravilhoso documentário aborda. 

Aliás, se em minha crítica de The King of Pigs confessei que meu país cinematográfico favorito era a Coréia do Sul, finalmente encontrei a oportunidade perfeita para revelar o meu gênero favorito, mundialmente falando: documentários. E se você tem em mente que esse gênero é o mesmo que aquelas matérias do Discovery Channel, não poderia estar mais enganado. Aliás, os artistas retratados nesse doc sobre o Studio Ghibli, seu perfeccionismo ao ponto de torná-los arrogantes embora não menos belos, não são tão diferentes de outros retratados nos absolutamente fenomenais: Jodorowky’s Dune; ou o vencedor ao Oscar, Man on Wire; ou os magos de The King of Kong, os feiticeiros de Koran by Heart (crianças que decoram o Alcorão inteiro. Aham.) ou os bruxos de Wordplay; e me arrisco incluir até O Homem Urso do mestre Herzog.