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terça-feira, 20 de junho de 2017

Guest-Post – Batman: A Piada Mortal

Hoje temos um grande convidado especial que nos acompanha neste blog cor de beterraba desde os seus primórdios, presenteando-nos com um elaborado texto sobre a icônica A Piada Mortal, marco dos quadrinhos americanos. Com as palavras, meu amigo e colega Maeister do blog Divisão Paralela

domingo, 20 de maio de 2012

Dorothea: A Bruxa De Nauders - Volumes 03~06


Em julho de 2011, comentei aqui no blog, sobre Dorothea, que na época se encontrava no volume 02. Por algum motivo, o primeiro volume não conseguiu me tocar, mas o seguinte teve uma crescente tão grande, que me senti tentada a fazer uma crítica positiva sobre o mesmo. Quase um ano depois, o mangá chegou ao fim, e será que o mesmo conseguiu atender as expectativas? É o que vamos conferir logo abaixo. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Caindo no lugar comum: Feliz com a volta de Monster... Mas Triste Com o Retrocesso

Você percebe que o mercado de mangás está realmente mal quando vê obras lançadas hipoteticamente há 30 anos atrás, sendo relançadas com qualidade igual ou surpreendentemente inferior a que foi lançada originalmente. Já digo logo que não vejo problemas em relançamentos, considero uma tendência natural. É algo que a cena musical começou com seus infindáveis revivals, e seu saudosismo cheirando a naftalina, a indústria do cinema que entrou numa crise que aparentemente vai demorar para sair, vide os remakes, o grande foco em adaptações de quadrinhos e livros juvenis entre outros fatores que denunciam a escassez de ideias originais. Mas olha, se livros podem ser lançados e relançados num espaço de tempo onde eu mastigo uma jujuba e enfio a mão no pacote pra pegar mais, POR QUE O MEU MANGÁ NÃO PODE? Não só pode, como deveria se tornar uma prática comum, para obras lançados quando eu ainda fazia cocó nas fraldas e tem grande potencial comercial, logo, sucesso financeiro. Já dizia o Kuroi (Mangás da Panini-fã site), "EDITORAS NÃO SÃO INSTITUIÇÕES DE CARIDADE, CACETE" (o cacete é por minha conta).

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Páginas Transparentes: A Vergonha Exposta da Panini e Jbc



Os quadrinhos são um fenômeno mundial, com sua arte sequencial ganhou apelo popular, mas demorou a ganhar status artístico. Se compararmos com livros, acabamos considerando automaticamente como uma linguagem menor ou até mesmo inferior. Não há muito que se questionar, ainda que algumas histórias em quadrinhos tenham conseguido o status de “obra prima”. Já os quadrinhos americanos (que atualmente, anda soando mais cool chamar de Graphic Novel) e os quadrinhos japoneses (nossos queridos e amados, mangás), em sua essência são a mesma coisa, com sua relação direta com jornais e revistas, que ajudou no fato dessas histórias serem vistas como manifestação da cultura popular e sem distinção – teoricamente – da chamada alta cultura.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sugar Sugar Rune: Eu vou pegar, o seu coração!



As bruxinhas de Sugar Sugar Rune vêm à vida durante uma experiência realizada pela Professora Moyoco Anno, que acidentalmente mistura à fórmula composta por "açúcar, tempero e tudo que há de bom", o Elemento X, criando assim as duas bruxinhas mais fofas do reino da fantasia. Com todo o respeito, esse manga lançado meses atrás pela editora Panini, é FODENDO os radares do moe, de BOM! Se você sofre de diabetes, se mantenha afastado desse titulo. Se você tem qualquer queixa contra fofurices e sente o estomago revirar com aromas de flores impregnando o ambiente, não abra qualquer volume dessa série. Fui clara? Então, se preparem, pois eu vou VOMITAR ARCO IRIS, NOW!

Sugar Sugar Rune! Choco Rune! Eu vou pegar, o seu coração! Essas são as palavrinhas mágicas entoadas por Chocola Meilleure, à personagem principal da fantasiosa história criada por Moyoco Anno. Sugar Sugar Rune, mangá de maior sucesso de Moyoco, que no Japão é mais conhecida por suas series joseis, como Happy Mania e Flowers & Bees. Mulher do famoso diretor, co-criador do mítico Neon Genesis Evangelion, Hideaki Anno, Moyoco é popular entre o publico consumidor de joseis, sendo considerada em uma pesquisa do site Oricon como uma das oito mangakas mais populares do Japão. O mangá ganhou sua versão anime com 51 episódios, em 2005 - e além de Sugar Rune ², Hataraki Man Mania também já havia ganhando uma versão animada em 1996 e logo em seguida, o popular Happy Mania, que me interessou especialmente por que sua protagonista é praticamente uma versão crescida de Chocola. A série ainda chegou a ser premiada com o prestigiado Prêmio Kodansha Manga em 2005, como melhor mangá do ano.

domingo, 4 de setembro de 2011

Shiro no país das Maravilhas: Bem vindo à Deadman Wonderland


O que, Deadman Wonderland e Highschool of the Dead tem em comum, além de serem direcionados a certo nicho do público?  Suas respectivas adaptações para anime. Pode ser dizer o que for sobre essas adaptações, questionável ou não, elas elevaram os nomes dessas duas séries para todo o fandom de animes, que não necessariamente estão sempre antenados com os hits classe b de séries de mangá. Com isso, a base de fãs aumentou consideravelmente e a Panini sempre sabe muito bem como se aproveitar disso e assim, Deadman Wonderland chegou a nossas bancas, para alegria dos fãs do mangá e para os que apenas apreciam o título.

domingo, 7 de agosto de 2011

[Mangá] Resenha: Basilisk Kouga Ninpouchou

As séries seinens voltadas para um público mais jovem, parecem ter encontrado seu lugar cativo no fandom e sempre que uma se encerra, podemos esperar outra seguindo o mesmo feeling da anterior. Basilisk aparecer por aqui, sem dúvidas era questão de tempo, ainda que perto de seus colegas, esta série mantém uma linguagem bem mais madura, mas possui ingredientes suficientes para chamar a atenção do publico geral. Baseado originalmente no livro (livro mesmo, e não Light Novel. Okay, amigos?) de Futaro Yamada, lançado no final dos anos 1950, Basilisk: Kouga Ninpou Chou (Basilisk: O Pergaminho Secreto dos Kougas) é um punhado de clichês que deu muito certo e caiu no gosto popular ao incidir sobre o choque de dois grandes clãs ninjas rivais e suas variadas técnicas de combates e somando ai um romance trágico, no estilo Romeu e Julieta. Desse modo, conquista tanto o publico que quer ver uma boa ação, quanto à parcela mais romântica e idealista. Isso sem mencionar o fator violência gráfica.

sábado, 16 de julho de 2011

Dorothea: O Martelo das Bruxas

Na ficção, vemos/lemos muitos exemplos de histórias que são moldadas com base no preconceito, lendas urbanas, fatos reais e períodos históricos. "Dorothea" se encaixa bem em todos esses exemplos acima e sua premissa chama a atenção de todos aqueles aficionados por História Medieval, mas não só esses, para aqueles que buscam uma história com um background realmente interessante. Dorothea é um recente mangá lançado pela editora Panini e que já se encontra atualmente (16/07) no volume 02. Adoraria dizer que, até o ponto que li (volume 02), Dorothea é uma mangá perfeito e questionar os motivos de você ainda não estar colecionando este titulo. Mas “Dorothea” tem um problema crítico de execução e logo no primeiro volume!!! Se a primeira impressão é a que fica, os que conseguiram chegar ao final do primeiro volume não querem nem saber de sua seqüência. Mas vamos por parte. Provavelmente não estaria escrevendo este texto se não estivesse me sentindo motivada.

sábado, 28 de maio de 2011

Elfen Lied chega ao fim: "Um sonho realizado" ou "APAIXONADOS por Elfen Lied"


Já ouviram a expressão; "o amor é cego", certo? Certo, o amor pode ser cego, mas os olhos continuam enxergando. Eu aqui, vou me permitir falar por todos aqueles que nutrem um carinho muito grande por este titulo, seja um carinho pequenininho ou carinho afetivo enorme e que não concordam ou ficam indignados sempre que algum hater entediado vem "tirar onda" com Elfen Lied. Assim como sei bem das limitações técnicas do titulo, sei que o motivo de tantos haters tem muito mais haver com o drama - ou melodrama - e com o gore da série do qualquer outra coisa.  Então, há um certo preconceito que vai muito mais além do traço - nada atrativo - do querido Lynn Okamoto, fosse um shounen qualquer com enfoque em "porradas" e "poderes" a coisa seria diferente. Mas acredito que todos - assim como eu - que curtem enredos com uma levada "trash" e dramas melodramas (é melodrama, Roberta!) capazes de fazer qualquer marmanjo derramar lágrimas bem salgadas, sabem que esse tipo de séries nunca serão vistas com bons olhos pela crítica/massa em geral. Eu mesma vi uma vez um comentário sobre Clannad que me revoltou, mas não há que se fazer a respeito, paixão não se discute. Alias, se discute sim, mas nunca se chegará á um consenso. Quem gosta de Dragon Ball, vai continuar gostando independente das críticas e se elas são corretas ou não. Esse mimimi pouco importa para quem tem uma série - que te emocionou, seja da forma que foi e - que tem uma profunda admiração. Dito isso, vamos as considerações sobre o termino do mangá de Elfen Lied por aqui, em terras brasileiras.