Saudações do Crítico Nippon!
No filme anterior, elogiei que o
diretor Keishi Ohtomo conseguia criar um clima de urgência inexistente no
primeiro. A expectativa era grande com o maior vilão da história de Rurouni
Kenshin, e os núcleos diversos contribuíam para a imprevisibilidade da trama. O
que não ocorre em absolutamente momento algum neste capítulo final da trilogia.
Revelando uma auto-indulgência que acaba comprometendo a obra, o diretor coloca
diversas passagens, cenas e trechos que mereciam aparecer somente nos extras de
algum DVD. Revelando-se um filme muito mais longo que o ideal e, quando paramos
pra pensar, quase nada aconteceu realmente.






