Saudações
do Crítico Nippon!
Como
todos sabem, o Crítico Nippon gosta de absolutamente tudo. É até difícil pensar
em coisas que não goste. Tanto que em mais de 5 anos de Elfen Lied Brasil,
trago a vocês, sem esconder nenhum, os únicos textos em que realmente desgostei
de algo: Shingeki no Kyojin (segundo texto), Hoshi Wo Ou Kodomo e Psycho Pass2. Sim, é isso. Três obras apenas, meus amigos. Você não encontrará mais
elogios na internet em uma coluna do que na coluna Crítico Nippon. Dito isso,
ainda que fã absoluto de Star Wars (faço maratonas anuais há 10 anos, com fotos
no meu perfil do facebook para provar), isso não me impede de amar imensamente
o universo de Star Trek. Porém, o que me faz gostar mais do primeiro é
justamente o tom fabulesco, a magia, o bem contra o mal (vide minha trilogia
Cidade das Trevas). Ao invés da racionalidade de seu querido rival. E é esse
tom mágico que nos faz acreditar em algumas coisas racionalmente “improváveis”
(pra não dizer “impossíveis”), como o fato dos personagens ficarem mais fortes
sem realmente treinarem o físico. O contrário de 98% dos animes, óbvio, que
empolgam justamente através de cenas de ação de treinamento. No entanto, tentei
buscar alguns exemplos nas animações que seguem a lógica de Star Wars e discutirei
um pouco porque isso acontece.
