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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Terra Formars (2014): OVA

Você já imaginou se as baratas começassem a se desenvolver e evoluir? Como as primeiras formas de vidas existentes na terra, que sobreviveram à inúmeros apocalipses e situações desfavoráveis, foram caçadas e odiadas pelo homem, e embora resistam bravamente, se elas tivessem consciência, certamente nos odiaram, teriam a mesma repulsa que nós temos por elas.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Shingeki no Kyojin - Pra fora, falta, pênalti!

Saudações do Crítico Nippon!


            Há alguns leitores que dizem que eu escrevo esse tipo de texto nervoso e explodindo e transbordando raiva. O que sempre me surpreende porque obviamente nunca foi verdade. Não lembro de ninguém falando isso quando a Betinha está super alegre escrevendo parágrafos inteiros em letra maiúscula e com dez pontos de exclamação de emoção. Agora quando eu escrevo longos e explicativos parágrafos, detalhados, exemplificando ao máximo e em detalhes o porque de estar discordando do anime, oh, daí sim, ele está descontrolado! Salve-se quem puder! Brincadeiras a parte, nunca me fez muito sentido tais comentários, eu sempre me esforcei para ser controlado o bastante e sempre fui. Dito isso, esse é o primeiro texto em que eu não serei. Isso mesmo, você leu direito. Agora pode até poupar o seu comentário dizendo que estou explodindo, pois eu mesmo estou admitindo pela primeira e única vez. Nas (quase) palavras do Comissário Gordon de The Dark Knight: “Essa não é a crítica que o mangá precisa, mas a que ele merece”.

            Ela começará logo de onde o anime parou e irá até mais ou menos o que eu considerei ser uma segunda temporada pelos cálculos de quanto durou a primeira e, principalmente, até onde eu consegui suportar sem quebrar o computador (então certamente foi menos, desculpe). E se você não for convencido a não embarcar na continuação dessa tragédia, você pode retirar o seu dinheiro de volta com um de nossos atendentes.
(Confira a minha crítica final do anime no ano passado: Shingeki no Kyojin – Na trave!)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Shingeki no Kyojin - Na trave!

Saudações do Crítico Nippon!

            O anime mais comentado de 2013 precisava de um texto solo do Crítico Nippon. Pela primeira vez na História do Elfen Lied Brasil me rendi aos comentários semanais junto com a Beta Roberta. Incentivo do sempre cortês Carlirio do Netoin e por eu estar realmente empolgado a princípio. Foi bacana e interessante, mesmo que meus receios iniciais comentados no primeiro post tenham se tornado realidade: 20 minutos é muito pouco, limitando demais a análise para o quadro geral, ainda mais com uma linguagem tão simples quanto dos animes (por exemplo, gostei muito de ter comentado o melhor de 2010 somente ao final). Sem mais delongas, é só um encerramento oficial de minha parte para SnK e para deixar registrado. Quem quiser detalhes, é só ir atrás dos comentários semanais.

(Os que mais gostei de comentar foram o 6 e o 14)



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Gantz - Black Ball Z

Saudações do Crítico Nippon!

Eu tinha muitos preconceitos com Gantz. E não era pra menos segundo as imagens que inundam a internet: povoado em um universo extremamente masculino, mostrando as mulheres como meros objetos sexuais gratuitamente, sempre com uma enxurrada de machos alfas para salvá-las. Até aí eu estava certo. É praticamente o roteiro do live de Transformers. Não parecia nada muito além de um hentai minimamente mais elaborado. O que eu não esperava era algo muito além disso. Muito. Beneficiado por uma arte excepcionalmente realista de Hiroya Oku, característica que sempre deu um peso gigantesco à obras fabulosas de seus colegas como Blade, Vagabond e Chonchu, Gantz consegue a proeza de nos envolver de uma maneira espetacular com seus personagens. Sim, as mulheres são todas impecáveis. E mesmo que com menos freqüência que elas, os homens são formados igualmente por uma galeria de modelos. Mas isso é apenas um “extra” visual para um roteiro de ação e carnificina tão envolvente e desesperador como poucos. Sim, os clichês estão por toda parte. Sim, o sexo em momentos inapropriados também. Porém, o mangá contorna isso tudo, e mais, faz isso uma parte coerente dentro de seu próprio universo e regras doentias. São exageros mínimos que em nada diminuem o brilho e a emoção de acompanhar as missões do “quarto da esfera negra” e a dinâmica entre seus imperfeitos heróis.


(Este artigo irá até o volume 30, lançados pela Panini no Brasil. Evitei o máximo de spoilers possível. Leiam os textos da Beta Roberta sobre o live action e o anime – que não assisti)