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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mr. Satan - o homem por trás da Lenda

Saudações do Crítico Nippon!

Maratona finalizada! Apesar dos feitos heroicos do campeão mundial, o grande Mr. Satan, me surpreende constar que muitas pessoas, em sua ingênua leviandade, ainda o subestimam. Admito que o vídeo de como ele venceu Cell é um pouco sensacionalista, mas isso foi feito pela equipe de marketing para promover a imagem daquele que paga as contas da agência. Ele próprio se mostrou constrangido na exibição. De qualquer modo, isso é um pecadilho em meio às incontáveis manifestações milagrosas do Salvador em prol da humanidade a qual jurou proteger. Este artigo busca passar a limpo os mal entendidos e esclarecer alguns equívocos da plateia. Ao final do texto, todos estaremos vibrando o nome do Salvador do universo, tal qual as pessoas das arquibancadas.



quarta-feira, 15 de abril de 2015

Relembrando Tantric Stripfighter Trina (2009)

De vez em quando surgem umas editoras biscateiras querendo investir no filão de mangás, com lançamentos de qualidade suspeita. Elas aparecem e desaparecem assim, num piscar de olhos com seus mangás desconhecidos. Numa dessas acabei pescando esse mangá aqui. Texto escrito e postado originalmente no blog shoujo-ai KaS, em 2011 – é muito tempo, minha escrita evoluiu, mas ainda gosto desse meu post, então resolvi repostar aqui. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Shingeki no Kyojin - Pra fora, falta, pênalti!

Saudações do Crítico Nippon!


            Há alguns leitores que dizem que eu escrevo esse tipo de texto nervoso e explodindo e transbordando raiva. O que sempre me surpreende porque obviamente nunca foi verdade. Não lembro de ninguém falando isso quando a Betinha está super alegre escrevendo parágrafos inteiros em letra maiúscula e com dez pontos de exclamação de emoção. Agora quando eu escrevo longos e explicativos parágrafos, detalhados, exemplificando ao máximo e em detalhes o porque de estar discordando do anime, oh, daí sim, ele está descontrolado! Salve-se quem puder! Brincadeiras a parte, nunca me fez muito sentido tais comentários, eu sempre me esforcei para ser controlado o bastante e sempre fui. Dito isso, esse é o primeiro texto em que eu não serei. Isso mesmo, você leu direito. Agora pode até poupar o seu comentário dizendo que estou explodindo, pois eu mesmo estou admitindo pela primeira e única vez. Nas (quase) palavras do Comissário Gordon de The Dark Knight: “Essa não é a crítica que o mangá precisa, mas a que ele merece”.

            Ela começará logo de onde o anime parou e irá até mais ou menos o que eu considerei ser uma segunda temporada pelos cálculos de quanto durou a primeira e, principalmente, até onde eu consegui suportar sem quebrar o computador (então certamente foi menos, desculpe). E se você não for convencido a não embarcar na continuação dessa tragédia, você pode retirar o seu dinheiro de volta com um de nossos atendentes.
(Confira a minha crítica final do anime no ano passado: Shingeki no Kyojin – Na trave!)


terça-feira, 5 de novembro de 2013

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tenha Uma Morte Retorcida, Com Ibitsu [De Ryou Haruka]



Ibistu é um mangá que vem sendo bem comentado ultimamente, e muito se deve ao fato de ser uma série recente, escrita pelo novato Ryou Haruka, do final de 2009 até meados de 2010. Perdendo tempo do Tumbrl, acabei de deparando com as páginas do mangá em certa ocasião e o traço me chamou bastante atenção, tem muita personalidade e o autor sabe usar o lápis para criar uma sensação de perigo eminente e consegue fazer o leitor sentir isso na pele. Merece as boas críticas que recebe, e sim, é um retalho de clichês, mas que no contexto da obra, se encaixa e se desenvolve satisfatoriamente. Contudo, Ibitsu está longe de ser o melhor que temos quando se trata de terror.

quinta-feira, 1 de março de 2012

$100 Is Too Cheap: 100 dólares é muito barato!

Um dos posts que eu mais gosto de fazer aqui no ELBR é sobre one-shots. Por quê? Porque é rápido, faço com no máximo 5 jujubas mastigadas e ainda me sinto como se estivesse diante de algum colega na minha sala de aula, descrevendo minha sensacional experiência ao assistir um filme no dia anterior num desses canais de tv aberta que exibe filmes reprisados a exaustão como se fossem inéditos. Então, com essa ideia de comentar apenas os melhores, trago hoje, $100 Is Too Cheap, literalmente “100 dólares é muito barato”. O engraçado é que já passei diversas vezes por essa historiazinha, mas nunca me vi interessada, seja por causa do título ou da arte pouco atraente. Até o dia que me recomendaram no “boca a boca”...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Bakemonogatari: Uma Sátira ao Gênero Harém?



Há algumas formulas que estão predestinadas ao insucesso, como um Panty & Stocking with Garterbelt ou Yondemasuyo, Azazel-san. Mas o estúdio SHAFT por meio do seu talentoso diretor, Akiyuki Shinbo, parece conhecer bem a receita de se produzir séries com um estilo de humor singular, com personagens arquétipos, que ora caem no clichê comum inerente a esse tipo de tipo de recurso, ora conseguem transpor e se tornarem avatares de estudo e crítica – como um Sayonara, Zetsubou-Sensei . Conseguir sucesso e simpatia da audiência se utilizando de arquétipos de "lado negro", às vezes pode ser bem complicado, mas que sendo bem sucedido, trás bons frutos para a obra. Personagens estereotipados, ou seja, caricatos, metafóricos, com complexidades, baseados em clichês, parece ser o grande desafio de um autor, para conseguir deixa-lo com fácil identificação com o espectador. Sendo assim, Bakemonogatari é o exemplo perfeito do bom uso de figuras arquetípicas.