Mostrando postagens com marcador Apocalipse. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Apocalipse. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Mothra vs Godzilla (Mosura tai Gojira) 1964

Saudações!

Godzilla surgiu em 1954 como uma manifestação alegórica do trauma japonês aos ataques em Hiroshima e Nagasaki, apenas uma década antes. De lá pra cá, se evoluiu o gênero de tokusatsu e kaiju eiga (“filmes de monstro”) com duelos entre gigantes. Inclusive, o diretor deste filme, mestre Ishiro Honda, já havia trabalhado nos anteriores, até mesmo em King Kong vs Godzilla, unindo forças com duas mitologias, tamanho impacto que causou. E não parou mais, se consagrando nisso. Foi então que Mothra apareceu pela segunda vez, retornando neste filme, em uma das sequências favoritas entre os fãs da série do leviatã nuclear.

(Imagem meramente ilustrativa)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Kamen Rider Gaim (2013): Amadurecendo Através das Responsabilidades

Gen Urobuchi se aventura por novos caminhos e traça uma conflituosa saga de crescimento através das responsabilidades, como uma porta que empurra os personagens para o mundo adulto. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Shingeki no Kyojin - Pra fora, falta, pênalti!

Saudações do Crítico Nippon!


            Há alguns leitores que dizem que eu escrevo esse tipo de texto nervoso e explodindo e transbordando raiva. O que sempre me surpreende porque obviamente nunca foi verdade. Não lembro de ninguém falando isso quando a Betinha está super alegre escrevendo parágrafos inteiros em letra maiúscula e com dez pontos de exclamação de emoção. Agora quando eu escrevo longos e explicativos parágrafos, detalhados, exemplificando ao máximo e em detalhes o porque de estar discordando do anime, oh, daí sim, ele está descontrolado! Salve-se quem puder! Brincadeiras a parte, nunca me fez muito sentido tais comentários, eu sempre me esforcei para ser controlado o bastante e sempre fui. Dito isso, esse é o primeiro texto em que eu não serei. Isso mesmo, você leu direito. Agora pode até poupar o seu comentário dizendo que estou explodindo, pois eu mesmo estou admitindo pela primeira e única vez. Nas (quase) palavras do Comissário Gordon de The Dark Knight: “Essa não é a crítica que o mangá precisa, mas a que ele merece”.

            Ela começará logo de onde o anime parou e irá até mais ou menos o que eu considerei ser uma segunda temporada pelos cálculos de quanto durou a primeira e, principalmente, até onde eu consegui suportar sem quebrar o computador (então certamente foi menos, desculpe). E se você não for convencido a não embarcar na continuação dessa tragédia, você pode retirar o seu dinheiro de volta com um de nossos atendentes.
(Confira a minha crítica final do anime no ano passado: Shingeki no Kyojin – Na trave!)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Shingeki no Kyojin - Na trave!

Saudações do Crítico Nippon!

            O anime mais comentado de 2013 precisava de um texto solo do Crítico Nippon. Pela primeira vez na História do Elfen Lied Brasil me rendi aos comentários semanais junto com a Beta Roberta. Incentivo do sempre cortês Carlirio do Netoin e por eu estar realmente empolgado a princípio. Foi bacana e interessante, mesmo que meus receios iniciais comentados no primeiro post tenham se tornado realidade: 20 minutos é muito pouco, limitando demais a análise para o quadro geral, ainda mais com uma linguagem tão simples quanto dos animes (por exemplo, gostei muito de ter comentado o melhor de 2010 somente ao final). Sem mais delongas, é só um encerramento oficial de minha parte para SnK e para deixar registrado. Quem quiser detalhes, é só ir atrás dos comentários semanais.

(Os que mais gostei de comentar foram o 6 e o 14)



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Gantz - Black Ball Z

Saudações do Crítico Nippon!

Eu tinha muitos preconceitos com Gantz. E não era pra menos segundo as imagens que inundam a internet: povoado em um universo extremamente masculino, mostrando as mulheres como meros objetos sexuais gratuitamente, sempre com uma enxurrada de machos alfas para salvá-las. Até aí eu estava certo. É praticamente o roteiro do live de Transformers. Não parecia nada muito além de um hentai minimamente mais elaborado. O que eu não esperava era algo muito além disso. Muito. Beneficiado por uma arte excepcionalmente realista de Hiroya Oku, característica que sempre deu um peso gigantesco à obras fabulosas de seus colegas como Blade, Vagabond e Chonchu, Gantz consegue a proeza de nos envolver de uma maneira espetacular com seus personagens. Sim, as mulheres são todas impecáveis. E mesmo que com menos freqüência que elas, os homens são formados igualmente por uma galeria de modelos. Mas isso é apenas um “extra” visual para um roteiro de ação e carnificina tão envolvente e desesperador como poucos. Sim, os clichês estão por toda parte. Sim, o sexo em momentos inapropriados também. Porém, o mangá contorna isso tudo, e mais, faz isso uma parte coerente dentro de seu próprio universo e regras doentias. São exageros mínimos que em nada diminuem o brilho e a emoção de acompanhar as missões do “quarto da esfera negra” e a dinâmica entre seus imperfeitos heróis.


(Este artigo irá até o volume 30, lançados pela Panini no Brasil. Evitei o máximo de spoilers possível. Leiam os textos da Beta Roberta sobre o live action e o anime – que não assisti)