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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

All You Need is Kill (2014)

Saudações do Crítico Nippon!

Já assisti diversos filmes com loop temporal, desde Feitiço do Tempo, Source Code, ARQ, ou mesmo os ótimos terror Triângulo do Medo e Crimes Temporais, inclusive a adaptação desta obra, No Limite do Amanhã. E vi todos eles antes deste mangá (que também é uma adaptação do original de Hiroshi Sakurazaka), e assim mesmo, a força desta obra é inegável. Combinando a escrita minuciosa de Ryuosuke Takeuchi e o mestre dos magos do desenho, Takeshi Obata (Death Note, Bakuman), a história ainda se mostra extremamente envolvente e frenética, com um desenvolvimento sempre interessante e um final muito mais coerente que sua covarde adaptação.
(sem spoilers)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Pocket #37: Por que Esses Olhos tão Grandes?

Atualmente as pessoas não perguntam tanto sobre. Apenas aceitam como uma esquisitice japonesa, mas lá atrás havia muita indagação do porque os desenhos japoneses terem aqueles grandes olhos expressivos na face. Sem perceber, já sabiam a resposta. 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Séries Que você Precisa Conhecer: Over the Garden Wall

Eu andei assistindo uma série encantadora que se chama Over the Garden Wall, caras. Realmente encantadora e apaixonante. A coisa mais mágica e inspiradora que assisti nos últimos tempos (e olha que vi algumas coisas extraordinárias, como Anomalisa). Dei uma olhada em dois episódios, tropegando de sono sob a coberta, e na madrugada maratonei tudo em um fôlego só – e pareceu ser um gesto bastante natural de minha parte. Afinal, com Over the Garden Wall assistir o próximo episódio parece ser tão natural como respirar. 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Helena: De Machado de Assis ao Studio Seasons

Gosto muito da sentença de Machado de Assis, ao afirmar que “Cada obra pertence ao seu tempo”, ao pedir a compreensão de um romance como Helena (1876). Se neste tempo em que a obra ganhou revisão ortográfica por seu autor, a obra era vista de soslaio pela grande crítica literária, o motivo não era outro senão seu caráter folhetinesco – romances melodramáticos e rocambolescos repletos de reviravoltas e intrigas voltados especialmente para as mulheres da época, mas também lidos por homens (mesmo porque, assim como Helena, muitos destes foram serializados em jornais da época, motivo pelo qual a estrutura se valer de diversos artifícios para prender a leitura), apesar de folhetins sempre ser estigmatizado pelo patriarcado. Razão pela qual ele declara que cada obra pertence ao seu tempo, aludindo que Helena fora fruto de um outro Machado de Assis, ainda jovem e ingênuo, como se define. Muito embora, considerasse Helena com grande carinho. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mr. Satan - o homem por trás da Lenda

Saudações do Crítico Nippon!

Maratona finalizada! Apesar dos feitos heroicos do campeão mundial, o grande Mr. Satan, me surpreende constar que muitas pessoas, em sua ingênua leviandade, ainda o subestimam. Admito que o vídeo de como ele venceu Cell é um pouco sensacionalista, mas isso foi feito pela equipe de marketing para promover a imagem daquele que paga as contas da agência. Ele próprio se mostrou constrangido na exibição. De qualquer modo, isso é um pecadilho em meio às incontáveis manifestações milagrosas do Salvador em prol da humanidade a qual jurou proteger. Este artigo busca passar a limpo os mal entendidos e esclarecer alguns equívocos da plateia. Ao final do texto, todos estaremos vibrando o nome do Salvador do universo, tal qual as pessoas das arquibancadas.



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Snow White (2014): A Branca de Neve do Junji Ito

Nessa nova reimaginação do famoso conto de fadas, Branca de Neve (ou Shirayukihime, como no original) vai parar no calabouço e sofre como uma mocinha de novela mexicana nas mãos da vilanesca madrasta rainha.

sábado, 9 de maio de 2015

O Conto da Princesa Kaguya (2014)

Saudações do Crítico Nippon!

Continuando as críticas sobre indicados ao Oscar, que começou com Tatsumi, hoje abordo o indicado japonês a Melhor Animação de 2015. E é óbvio que perdeu porque existem inúmeras premiações no mundo para se levar a sério, mas o Oscar jamais foi uma delas. Aliás, essa premiação estadunidense é como qualquer cerimônia da Rede Globo, servindo apenas para louvar uns aos outros e masturbar a nata de Hollywood. Dito isso, O Conto da Princesa Kaguya certamente é a melhor animação do ano passado, sem sombra de dúvida.