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domingo, 24 de novembro de 2019

O Príncipe Dragão - 3ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

Agora é oficial: essa divisão de 9 episódios está prejudicando a série. Claramente forçando decisões e movendo personagens de um canto para outro daquele mundo em uma velocidade surreal, a necessidade de criar clímax de 9 em 9 está sabotando a série. Em Avatar, cada temporada contava com 20, então não havia pressa para chegar nos locais e podiam construir arcos dramáticos com calma. Para construir um final de temporada, é necessário por volta de 3 episódios. Em uma temporada com 9, isso é um monte. Porém, em uma temporada com 20, míseros 3 episódios não são nada. E isso faz toda diferença do mundo. Aqui, em um episódio o personagem está feliz, no seguinte ela nunca esteve tão braba, é um salto rápido demais para gerar conflitos falsos no pouco tempo que eles possuem. Enfim, há muito o que se analisar.


(contém SPOILERS)




sábado, 15 de setembro de 2018

O Príncipe Dragão (2018)


Saudações do Crítico Nippon!

Esse ano fez 10 anos que o final de Avatar – O Último Dobrador de Ar foi ao ar na televisão. E coincidência ou não, foi anunciado também uma nova série sobre a avatar Kyoshi. E melhor ainda, um dos co criadores, Aaron Ehasz, juntamente com nomes por trás de Star Wars – Clone Wars e Uncharted, resolveu enfim dar vida a outro universo fantástico a partir do zero. A responsabilidade é monstruosa, visto que Avatar segue encarado como um dos melhores desenhos de todos os tempos. E já haviam falhado com Korra, que foi uma completa atrocidade. Além de ir ao ar pelo Netflix cujos originais tem um saldo muito mais negativo do que positivo. Dito tudo isso, O Príncipe Dragão superou todas as expectativas e é absolutamente formidável.  

(sem spoilers)


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Comics de Avatar - O Último Dobrador de Ar

[ATUALIZADO - 01/12]

Saudações do Crítico Nippon!

Por volta de 5 anos após o término de O Último Dobrador de Ar, e já com A Lenda de Korra se encaminhando para o final, foi lançado o primeiro volume de histórias que se passam após a guerra de 100 anos. Iniciou com a trilogia The Promise, seguido da The Search, e The Rift, esse ano se conclui a Smoke and Shadow, e já está planejado para o ano que vem a conclusão da North and South. A intenção desse post é ser uma compilação de críticas destas obras que continuam um dos melhores desenhos de todos os tempos.


(NÃO contém spoilers)
(Meus textos anteriores aqui e aqui)


quarta-feira, 18 de maio de 2016

A inteireza de Avatar

Saudações do Crítico Nippon!


Havia tanto para se abordar em meu primeiro texto de Avatar, aspectos técnicos, visuais, desenvolvimento de personagens, cuidar para não conter spoilers na primeira parte, que ficaria demasiado longo se este aspecto da obra fosse explorado também. Qual aspecto? O mais profundo da obra, que são os significados e símbolos implícitos nela, plantados com preciosismo pelos seus criadores. E apesar de não ser fundamental notá-los, a história ganha uma riqueza ainda maior uma vez observados. Aliás, é fascinante notar a teia de simbolismos que envolvem não apenas personagens, mas situações antagônicas e similares, ecos ao longo da narrativa e pequenas brincadeiras visuais que comprovam as intenções dos autores.


(Spoilers por toda parte)

quarta-feira, 9 de março de 2016

Avatar - O Último Dobrador de Ar

Saudações do Crítico Nippon!

Avatar - o Último Dobrador de Ar é, com certeza, o melhor cartoon que eu já assisti. E colocado ao lado dos animes, sem exagero nenhum, é melhor que uns 98%. Juro que estou sendo o menos exagerado possível, e sinto uma enorme responsabilidade ao escrever sobre algo que me é tão impressionante. Avatar é simplesmente completo em todos os sentidos. Se você só o assistiu quando tinha 12 anos na Nickelodeon, sinto informar que não deve ter captado a essência de muita coisa. Muita coisa mesmo. E sua `continuação`, Korra, é claramente inferior (com exceção da animação deslumbrante). Portanto, vamos analisar agora a lenda de Aang. E que lenda, meus amigos. Que lenda.

(A primeira metade desta crítica não contém spoilers. A segunda metade, com o título Parte 2, aí sim, está repleta de spoilers)


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O Despertar da Força... nos animes.

Saudações do Crítico Nippon!

Como todos sabem, o Crítico Nippon gosta de absolutamente tudo. É até difícil pensar em coisas que não goste. Tanto que em mais de 5 anos de Elfen Lied Brasil, trago a vocês, sem esconder nenhum, os únicos textos em que realmente desgostei de algo: Shingeki no Kyojin (segundo texto), Hoshi Wo Ou Kodomo e Psycho Pass2. Sim, é isso. Três obras apenas, meus amigos. Você não encontrará mais elogios na internet em uma coluna do que na coluna Crítico Nippon. Dito isso, ainda que fã absoluto de Star Wars (faço maratonas anuais há 10 anos, com fotos no meu perfil do facebook para provar), isso não me impede de amar imensamente o universo de Star Trek. Porém, o que me faz gostar mais do primeiro é justamente o tom fabulesco, a magia, o bem contra o mal (vide minha trilogia Cidade das Trevas). Ao invés da racionalidade de seu querido rival. E é esse tom mágico que nos faz acreditar em algumas coisas racionalmente “improváveis” (pra não dizer “impossíveis”), como o fato dos personagens ficarem mais fortes sem realmente treinarem o físico. O contrário de 98% dos animes, óbvio, que empolgam justamente através de cenas de ação de treinamento. No entanto, tentei buscar alguns exemplos nas animações que seguem a lógica de Star Wars e discutirei um pouco porque isso acontece.