Saudações do Crítico Nippon!
Há alguns leitores que dizem que eu
escrevo esse tipo de texto nervoso e explodindo e transbordando raiva. O que
sempre me surpreende porque obviamente nunca foi verdade. Não lembro de ninguém
falando isso quando a Betinha está super alegre escrevendo parágrafos inteiros
em letra maiúscula e com dez pontos de exclamação de emoção. Agora quando eu
escrevo longos e explicativos parágrafos, detalhados, exemplificando ao máximo
e em detalhes o porque de estar discordando do anime, oh, daí sim, ele está
descontrolado! Salve-se quem puder! Brincadeiras a parte, nunca me fez muito
sentido tais comentários, eu sempre me esforcei para ser controlado o bastante
e sempre fui. Dito isso, esse é o primeiro texto em que eu não serei. Isso
mesmo, você leu direito. Agora pode até poupar o seu comentário dizendo que
estou explodindo, pois eu mesmo estou admitindo pela primeira e única vez. Nas
(quase) palavras do Comissário Gordon de The Dark Knight: “Essa não é a crítica que o mangá precisa, mas a que ele merece”.
Ela começará logo de onde o anime
parou e irá até mais ou menos o que eu considerei ser uma segunda temporada pelos
cálculos de quanto durou a primeira e, principalmente, até onde eu consegui
suportar sem quebrar o computador (então certamente foi menos, desculpe). E se
você não for convencido a não embarcar na continuação dessa tragédia, você pode
retirar o seu dinheiro de volta com um de nossos atendentes.