Havia
tanto para se abordar em meu primeiro texto de Avatar, aspectos técnicos,
visuais, desenvolvimento de personagens, cuidar para não conter spoilers na
primeira parte, que ficaria demasiado longo se este aspecto da obra fosse
explorado também. Qual aspecto? O mais profundo da obra, que são os
significados e símbolos implícitos nela, plantados com preciosismo pelos seus criadores.
E apesar de não ser fundamental notá-los, a história ganha uma riqueza ainda
maior uma vez observados. Aliás, é fascinante notar a teia de simbolismos que
envolvem não apenas personagens, mas situações antagônicas e similares, ecos ao
longo da narrativa e pequenas brincadeiras visuais que comprovam as intenções dos autores.
Maratona finalizada! Apesar dos feitos heroicos do campeão mundial, o grande Mr. Satan,
me surpreende constar que muitas pessoas, em sua ingênua leviandade, ainda o
subestimam. Admito que o vídeo de como ele venceu Cell é um pouco
sensacionalista, mas isso foi feito pela equipe de marketing para promover a
imagem daquele que paga as contas da agência. Ele próprio se mostrou
constrangido na exibição. De qualquer modo, isso é um pecadilho em meio às
incontáveis manifestações milagrosas do Salvador em prol da humanidade a qual
jurou proteger. Este artigo busca passar a limpo os mal entendidos e esclarecer
alguns equívocos da plateia. Ao final do texto, todos estaremos vibrando o nome
do Salvador do universo, tal qual as pessoas das arquibancadas.
Como
todos sabem, o Crítico Nippon gosta de absolutamente tudo. É até difícil pensar
em coisas que não goste. Tanto que em mais de 5 anos de Elfen Lied Brasil,
trago a vocês, sem esconder nenhum, os únicos textos em que realmente desgostei
de algo: Shingeki no Kyojin (segundo texto), Hoshi Wo Ou Kodomo e Psycho Pass2. Sim, é isso. Três obras apenas, meus amigos. Você não encontrará mais
elogios na internet em uma coluna do que na coluna Crítico Nippon. Dito isso,
ainda que fã absoluto de Star Wars (faço maratonas anuais há 10 anos, com fotos
no meu perfil do facebook para provar), isso não me impede de amar imensamente
o universo de Star Trek. Porém, o que me faz gostar mais do primeiro é
justamente o tom fabulesco, a magia, o bem contra o mal (vide minha trilogia
Cidade das Trevas). Ao invés da racionalidade de seu querido rival. E é esse
tom mágico que nos faz acreditar em algumas coisas racionalmente “improváveis”
(pra não dizer “impossíveis”), como o fato dos personagens ficarem mais fortes
sem realmente treinarem o físico. O contrário de 98% dos animes, óbvio, que
empolgam justamente através de cenas de ação de treinamento. No entanto, tentei
buscar alguns exemplos nas animações que seguem a lógica de Star Wars e discutirei
um pouco porque isso acontece.
Aquele comercial com os atores de De Volta Para o Futuro continua fazendo sucesso. Ou algo assim. Eu não sei o que está se passando com vocês, ando ocupada demais lidando com a minha vida ruim. Mas achei bem legal essa fanart em referência à cena clássica de Back to the Future com traços característicos de uma animação do estúdio Ghibli.