Mostrando postagens com marcador Shaman King. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Shaman King. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A inteireza de Avatar

Saudações do Crítico Nippon!


Havia tanto para se abordar em meu primeiro texto de Avatar, aspectos técnicos, visuais, desenvolvimento de personagens, cuidar para não conter spoilers na primeira parte, que ficaria demasiado longo se este aspecto da obra fosse explorado também. Qual aspecto? O mais profundo da obra, que são os significados e símbolos implícitos nela, plantados com preciosismo pelos seus criadores. E apesar de não ser fundamental notá-los, a história ganha uma riqueza ainda maior uma vez observados. Aliás, é fascinante notar a teia de simbolismos que envolvem não apenas personagens, mas situações antagônicas e similares, ecos ao longo da narrativa e pequenas brincadeiras visuais que comprovam as intenções dos autores.


(Spoilers por toda parte)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O Despertar da Força... nos animes.

Saudações do Crítico Nippon!

Como todos sabem, o Crítico Nippon gosta de absolutamente tudo. É até difícil pensar em coisas que não goste. Tanto que em mais de 5 anos de Elfen Lied Brasil, trago a vocês, sem esconder nenhum, os únicos textos em que realmente desgostei de algo: Shingeki no Kyojin (segundo texto), Hoshi Wo Ou Kodomo e Psycho Pass2. Sim, é isso. Três obras apenas, meus amigos. Você não encontrará mais elogios na internet em uma coluna do que na coluna Crítico Nippon. Dito isso, ainda que fã absoluto de Star Wars (faço maratonas anuais há 10 anos, com fotos no meu perfil do facebook para provar), isso não me impede de amar imensamente o universo de Star Trek. Porém, o que me faz gostar mais do primeiro é justamente o tom fabulesco, a magia, o bem contra o mal (vide minha trilogia Cidade das Trevas). Ao invés da racionalidade de seu querido rival. E é esse tom mágico que nos faz acreditar em algumas coisas racionalmente “improváveis” (pra não dizer “impossíveis”), como o fato dos personagens ficarem mais fortes sem realmente treinarem o físico. O contrário de 98% dos animes, óbvio, que empolgam justamente através de cenas de ação de treinamento. No entanto, tentei buscar alguns exemplos nas animações que seguem a lógica de Star Wars e discutirei um pouco porque isso acontece.

sábado, 3 de dezembro de 2011

A busca ao Shaman King

Saudações do Crítico Nippon!

Shaman king é a obra prima de Hiroyuki Takei, iniciada em 1998 e interrompida 5 anos após. Takei voltaria ao trabalho em 2008 e encerraria de vez em 2009. Adaptado porcamente para a televisão em 1999, apesar do anime conter uma trilha sonora realmente fantástica e memorável, é de um nível extremamente baixo de roteiro se comparado à grandiosidade do mangá. Sendo assim, se quiser realmente saber o que é Shaman King, só lendo a obra escrita. Aqui no Brasil, você encontra pela editora JBC, que lançou até o volume 64 (onde Takei parou pela primeira vez), o restante você só encontrará na web. E assim como escrevi em minha resenha sobre a Saga do Freeza, dizendo que a força de Dragon Ball Z residia em seus personagens, o mesmo pode ser dito de Shaman King. São tão imensamente profundos, passando por evoluções tão marcantes e - o mais importante – plausíveis, que é impossível não compreender as decisões de todos. Por mais que sejamos contra certas atitudes, certas ações, o personagem sempre consegue nos convencer com suas convicções e filosofias de vida. Até mesmo secundários e personagens que parecem servir apenas como adversários passageiros, ganham seu espaço e tem um papel maior por trás. Contando com um traço limpo que deixaria Takeshi Obata (desenhista dos mangás Death Note, Bakuman) extremamente orgulhoso, conta com um roteiro que vai muito além das lutas. Além de contar também, com aquele que, sem dúvida alguma, é um dos vilões mais ameaçadores que eu já vi. Shaman King é um exemplo extremamente raro de mangá que melhora exponencialmente, chegando ao clímax com uma força avassaladora suprindo todas as expectativas que o leitor poderia ter. Tudo que você torce para que aconteça, tudo que você teme que aconteça, meu amigo, acontece. Estamos sempre à mercê de Hiroyuki Takei.

(Este artigo entrará em detalhes na trama do mangá, leia por sua conta em risco)
(Você pode aumentar todas as imagens clicando nelas)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

TOP 10 - Luta entre companheiros

Saudações!

Não importa o tempo de duração da batalha, seja ela em animes, mangás, livros, filmes, o importante é você sentir algo enquanto esta acontece. Pode ser uma intensa luta nos céus ou uma rápida troca de tiros, desde que você saiba que algo importante está em jogo ali e que será difícil para ambos os lados. Em lutas contra vilões, é preciso sempre trabalhar a respeito: se o arco dramático do protagonista for bem desenvolvido, com certeza torceremos pelo seu sucesso, perante um inimigo à altura. Por isso a primeira dezena de episódios de Bleach não funciona, afinal somos obrigados a ver Ichigo enfrentando aqueles Hollows saídos diretamente dos Power Rangers. E o mesmo pode ser dito dos Akumas em D.Gray-man.
Tenho certeza que os Megazords já venceram coisas assim..

E quando se trata de duas pessoas que estão do mesmo lado? Quando passaram o tempo todo juntos, conquistando nosso afeto, e por alguma razão particular para ambos, são obrigados a se virarem um contra o outro... A luta ganha um significado totalmente diferente, independente da maneira como é feito ou tempo, dividindo as expectativas de quem está assistindo. A sensação de que algo forte está acontecendo, acaba tornando-se automática, em maior ou menor grau – dependendo da habilidade do autor.
Por isso organizei essa lista, e já peço desculpas por não conseguir faze-la sem misturar animes e mangás. Queria muito ter conseguido dividir só animes ou só mangás, mas... Eles só enfrentam vilões, o que posso fazer se eu tinha poucas opções?
Está em ordem crescente, então calma que melhora:

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Preguiça de desenhar

Saudações!

Existem cenas em um anime que não faz mau nenhum serem recicladas. São até necessárias. A digievolução é um bom exemplo: sempre acompanhada de uma música evocativa, não nos importávamos de ver sempre o mesmo video toda vez que mudavam para a forma A, B ou C. Durante algum tempo, Shaman King no início foi assim também, na hora em que os personagens incorporavam os espíritos em seus corpos, o desenho era sempre o mesmo. E o que dizer da clássica transformação da Sailor Moon? Não há como reclamar.