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domingo, 8 de janeiro de 2017

Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu (2016)

Saudações do Crítico Nippon!

É fácil entender o sucesso de Re: Zero. Contando com um protagonista comum transportado a um mundo fantástico, possui lutas eficientes, personagens inteligentes, mistérios envolventes e certa frequência de reviravoltas. Acrescente a fórmula de All You Need Is Kill, em que o protagonista morre e revive em determinado ponto do vídeo-game, digo, do anime, e é possível fazer um banho de sangue e situações desesperadoras com o herói. Porém, mais do que isso. Re: Zero subverte inúmeras das nossas expectativas iniciais e parece se divertir imensamente com isso.

(discutirei pontos específicos da trama então, hum, spoilers)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Primeiras Impressões: Jormungand



Eu realmente não faço ideia do que diabos aconteceu nesse episódio de estreia, mas eu gostei do que vi e ouvi. Quer dizer, Keitaro Motonaga (Katanagatari/School Days) faz intencionalmente um primeiro episódio forte e com um enredo embaralhado, mas lúcido e empolgante. A história que gira em torno de Koko Hekmatyar, uma jovem traficante de armas que trabalha pra organização HCLI e que as vende ilegalmente ao redor do mundo, é uma mangá de Keitaro Takahashi e serializado na revista seinen Sunday GX (da Shogakukan) e atualmente se encontra com 10 volumes encadernados e ainda em andamento.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Comentários: Steins;Gate Egoistic Poriomania ~Na CAPSLOOKA



"I am. Mad Scientist. United States. Chaos! And invade!" CARAMBA!!! UHEUHEHUEHUEUHE Que saudades desse autoproclamado cientista louco, Hooin Kyoma. Não, Okabe Rintarou. Aquele que para mim, ao lado de Kotetsu T. Kaburagi (Tiger & Bunny) são os melhores personagens masculinos de 2011. Não tem pra ninguém, eles são autênticos, carismáticos, divertidos e possuem personalidade (Omeu problema é problema meu). E foi muito bom rever Steins;Gate, um anime com personagens tão bacanas, onde até mesmo uma Mayuri, consegue ser lugar ao céu.

domingo, 11 de setembro de 2011

Analisando e abrindo os portões da STEINS;GATE


Queridinho do público e constantemente criticado por uma pequena parcela do fandom hardcore, Steins;Gate para muitos já é o melhor anime do ano, desbancando inclusive, figurões como Madoka Mágica e Ano Hana. Steins não é o tipo de anime em que “você ama ou odeia”, mas é o tipo de série supervalorizada, olhando sobre certo ponto de vista. Mas isso é ruim? Sim e não. Primeiro porque coloca a série num patamar altíssimo, que consequentemente não virá a satisfazer a todos que começarem a assistir pelo hype, como bem mencionado nesse tweet aqui. Segundo, é um hype que a série fez por merecer e nada mais justo que ela colha os bons frutos de uma ótima adaptação, fato que vem revertendo nas boas vendas de Blu-Ray/DVD.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Steins;Gate #01 - Primeiras impressões


Steins;Gate originalmente é uma visual novel desenvolvida pelas produtoras Nitroplus e 5PB, que também desenvolveram Chaos;Head (ver resenha aqui). Ambas as séries se passam no mesmo universo, porém não tem muitas relações entre ambas, a não ser a cidade onde os eventos caóticos acontecem. E é após um ano desde os acontecimentos de Chaos Head que se inicia a trama de Steins Gate, na movimentada Akihabara, onde Rintarou Okabe vai a uma palestra para uma suposta "revelação" de uma teoria que permitiria viagens no tempo através de uma máquina. O problema é que a teoria supostamente não passava de um plágio de outra teoria já existente. Okabe – ou Okarin, como a fofa da Mayuri gosta de se referir a ele, ainda que este prefira ser chamado de Hououin Kyouma – é um cientista louco (literalmente hahaha) e está sendo procurado por uma suposta “organização”. Ao adentrar no prédio, ele sente fortes freqüências de ondas magnéticas, seria um ataque da organização? Bom, deixe eu dizer que o inicio da novel não é tão confuso como no anime e ainda que esteja tudo caótica em volta, com informações imprecisas, você consegue entender o básico da trama. No anime é possível perceber os ruídos altíssimos no áudio, que se referem a isso e ficam zumbindo em quase metade do episódio, com a ausência de quaisquer música de fundo, ao meu ver isso foi ótima tacada.