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sábado, 5 de janeiro de 2019

Dragon Ball Super: Broly (2019)


Saudações do Crítico Nippon!

Dragon Ball Super é facilmente o pior arco da franquia Dragon Ball (até pior que o GT, e tenho um texto inteiro sobre isso). É tudo que os haters sempre usaram pra justificar seu ódio contra DB: lutas descerebradas, transformações novas toda hora e uma das piores animações possíveis. Os textos que escrevi sobre a complexidade da saga Freeza (aqui e aqui), ou mesmo de alguns personagens específicos, jamais poderiam ser construídos com o fiapo de conteúdo de Super. Assim, eu não faço a menor ideia do que fui fazer nesta sessão de cinema. Inclusive, eu até já havia comparado Batalha dos Deuses e o Renascimento de Freeza com os filmes antigos que eram muito melhores. Dito tudo isso, este “Broly” ao menos é superior aos últimos dois. Muito superior, aliás. Além de trazer algumas das melhores lutas de todos os filmes da série, de modo geral.

domingo, 23 de julho de 2017

Por que Dragon Ball GT é melhor que o Super

Saudações do Crítico Nippon!


Há muitos argumentos relevantes para essa discussão no meu texto comparando os filmes de Dragon Ball Z antigos com os atuais. Sugiro fortemente que leiam também para entender um pouco melhor alguns pontos. Tentei fazer uma análise nova dessa vez. Vamos lá.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mr. Satan - o homem por trás da Lenda

Saudações do Crítico Nippon!

Maratona finalizada! Apesar dos feitos heroicos do campeão mundial, o grande Mr. Satan, me surpreende constar que muitas pessoas, em sua ingênua leviandade, ainda o subestimam. Admito que o vídeo de como ele venceu Cell é um pouco sensacionalista, mas isso foi feito pela equipe de marketing para promover a imagem daquele que paga as contas da agência. Ele próprio se mostrou constrangido na exibição. De qualquer modo, isso é um pecadilho em meio às incontáveis manifestações milagrosas do Salvador em prol da humanidade a qual jurou proteger. Este artigo busca passar a limpo os mal entendidos e esclarecer alguns equívocos da plateia. Ao final do texto, todos estaremos vibrando o nome do Salvador do universo, tal qual as pessoas das arquibancadas.



domingo, 13 de setembro de 2015

Freeza: um estudo de caso

Saudações do Crítico Nippon!

Este ano estou revendo todo Dragon Ball Z junto de um amigo que só via pedaços aleatórios quando criança e mal lembrava do básico, portanto, é praticamente tudo novo para ele. Caso alguém tenha dúvidas de suas credenciais, o mesmo já viu e adorou alguns dos melhores animes dos últimos anos, como Death Note e Shiki. Ou seja, mau gosto é o caralho. E ao chegar na saga do Freeza, que já falei inúmeras vezes ser a melhor, percebi que meu amigo estava tendo reações ainda mais eficientes justamente em função da idade, com elementos que não poderiam ser compreendidos quando mais novo. Tive o privilégio de lhe acompanhar odiando o Vegeta, e logo depois odiar estar torcendo por ele, para então lacrimejar imensamente na sua morte. Pude vê-lo se impressionar com a contagem de poder de luta dos scouters através de toda saga (e a reação ao descobrir que Freeza passava de um milhão foi genuinamente bela e desesperadora). Tranquilizou-se com a calmaria pós Genki-Dama e acreditou realmente que tudo havia terminado. Por fim, o vi se impressionar com a batalha final do Super Saiyajin contra o Super Freeza em 100%, superando a gigantesca expectativa que o anime criava desde que chegaram a Namekusei.
            Desta forma, pude analisar melhor a saga desde o meu texto anterior, até porque, desde então, já reli Freeza no mangá inúmeras vezes, o que ajudou muito. A confirmação definitiva de que a qualidade de Dragon Ball Z, de “nostalgia” não tem absolutamente nada.

            O objetivo desse artigo é fazer uma análise um pouco mais abrangente que o texto que publiquei pela primeira vez, que acompanhava a saga do início ao fim em ordem. Agora, discutirei alguns pontos que ficaram mais claros e analisar porque estes funcionam. 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Os filmes de Dragon Ball Z

Saudações do Crítico Nippon!

Como introdução, sugiro que leiam meus textos sobre Dragon Ball Z: Saga do Freeza - a melhor; Comédia obrigatória - DBZ Abridged + RAPs do Flick; Crítico Nippon no CabulosoCast #2. Tem também especiais para o facebook aqui e aquiO anime mais popular de todos os tempos tem inúmeros filmes. Desde a série Dragon Ball, passando pelo Z e GT, incluindo especiais e OVAs. Assim, não é de se espantar que muita coisa ruim tenha saído disso. Não foram feitos pelo mestre Akira, portanto, não há do que culpá-lo (Ah sim, confesso que não gosto dos filmes de Cavaleiros do Zodíaco ou mesmo Naruto, e gosto muito desses dois animes). Contudo, os últimos dois filmes (A Batalha dos Deuses e O Renascimento de F) me fizeram perceber que naquela época não estávamos tão ruim quanto pensávamos. E arrisco dizer que praticamente todas as lutas dos 13 filmes da série “Z” eram mais inspiradas que as dos dois atuais. Não gosto do Cooler, dos novos Andróides ou mesmo de Broly, mas é inegável a qualidade de animação e coreografias de batalha. Sendo assim, esta crítica irá abordar quatro filmes no total: os dois mais atuais (que servem de ponte para o futuro novo anime Dragon Ball Super) e os dois antigos que eu mais gosto: O Golpe do Dragão e o especial O Futuro de Trunks (esse sim, autoria de Akira).