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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Novas estratégias para Death Note

Saudações!

Death Note é uma série tão impressionante que em questão de quatro anos, ganhou três filmes, um anime para televisão, duas versões especiais do diretor, lançamento dublado no Brasil e em mangá pela JBC.
Já revi diversas partes do anime, inúmeras vezes, e o mangá li todo ele quatro vezes.
Assim, com o tempo, fui anotando diversas novas estratégias que me vinham em mente e pareciam bastante válidas, então vim compartilhar com os meus leitores.
Sem mais delongas, vamos brincar de L e Kira:




ATUALIZADO EM 14/01/2020

terça-feira, 20 de junho de 2017

Guest-Post – Batman: A Piada Mortal

Hoje temos um grande convidado especial que nos acompanha neste blog cor de beterraba desde os seus primórdios, presenteando-nos com um elaborado texto sobre a icônica A Piada Mortal, marco dos quadrinhos americanos. Com as palavras, meu amigo e colega Maeister do blog Divisão Paralela. 

domingo, 7 de maio de 2017

Kino no Tabi – Episódios 06 & 07: Vingadores

Está e a primeira vez que Kino no Tabi emprega a estrutura de um arco de dois episódios, e pela primeira vez vemos storyboards e roteiros pobres em um episódio duplo que é absolutamente decepcionante e previsivelmente chato.

sábado, 29 de abril de 2017

Kino no Tabi – Episódio 05: Uma Terra Onde a Maioria Decide

Quando vim a escrever sobre este episódio de Kino no Tabi a um bom tempo atrás, eu já havia assistido ao episódio 4, e o fato deste episódio ser uma miríade de pensamentos filosóficos que aparentemente desconexos (que agora vejo com bastante obviamente do que se trata) à minha mente profundamente bagunçada não me deixou descansar enquanto não colocasse as ideias no papel – no entanto, sem a pretensão [naquele presente momento] de vir a publicá-lo. Penso que falte um pouco de lapidação, mas o que segue abaixo é tudo o que subtrai de tal fascinante episódio.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Kino no Tabi – Episódio 04: Terra dos Adultos

Kino é uma personagem construída sobre um arquétipo andrógeno, fato que obviamente levou muitos que acompanharam Kino no Tabi em sua exibição original questionarem acerca de seu gênero, tal qual a hiperativa Ed de Cowboy Bebop. 

quarta-feira, 29 de março de 2017

Naruto Shippuden - temporada por temporada

Saudações do Crítico Nippon!


Esse ano maratonei Naruto Shippuden (sim, simultaneamente com Dragon Ball Z. Sim, minha idade mental beira os 13 anos) em um tempo recorde de 2 meses, até a 17ª temporada que foi a última lançada completa até hoje (2015). Eu poderia ir para o mangá, mas gosto da animação e a trilha sonora é soberba. Só de pensar em não ouvi-la, a obra já perde metade da graça. Obviamente pulei todos os fillers porque as listas existem pra isso e não influencia em absolutamente nada no original. Ninguém na face da terra comenta fillers ou lembra deles, então assisti-los só porque existem, bem, desculpem, mas é burrice. Assim, já havia comentado Naruto esporadicamente em alguns posts, por exemplo, este aqui e até feito uma homenagem de despedida em nossa página no facebook.
Dito isso, apesar de ter inúmeros altos e baixos, nunca esqueço certo diálogo de Bakuman, pelo escritor mestre Tsugumi Ohba. Era um editor falando com o protagonista sobre a (falta de) qualidade de histórias que se prolongam com o único objetivo de gerar lucro, a realidade praticamente industrial deles. E se isso inicialmente gerava repulsa, a análise rápida do editor é de que prefere não julgar muito, e que só do autor conseguir a proeza de manter a história envolvente por, digamos, 15 anos já tem certo valor artístico. Simples assim, é isso e pronto.

Então, fiz mais uma de minhas pesquisas com leitores que seguem nossa página no facebook (viu, sigam e participem!) e tive essa ideia de selecionar momentos destaques por temporadas. Podem ser destaques por serem bons ou ruins. Prometo que futuramente atualizarei esse post com os comentários das futuras temporadas, mas já aviso que irá demorar. Esperarei lançar mais algumas para sair fazendo outra maratona de 2 meses.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

A inteireza de Avatar

Saudações do Crítico Nippon!


Havia tanto para se abordar em meu primeiro texto de Avatar, aspectos técnicos, visuais, desenvolvimento de personagens, cuidar para não conter spoilers na primeira parte, que ficaria demasiado longo se este aspecto da obra fosse explorado também. Qual aspecto? O mais profundo da obra, que são os significados e símbolos implícitos nela, plantados com preciosismo pelos seus criadores. E apesar de não ser fundamental notá-los, a história ganha uma riqueza ainda maior uma vez observados. Aliás, é fascinante notar a teia de simbolismos que envolvem não apenas personagens, mas situações antagônicas e similares, ecos ao longo da narrativa e pequenas brincadeiras visuais que comprovam as intenções dos autores.


(Spoilers por toda parte)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mr. Satan - o homem por trás da Lenda

Saudações do Crítico Nippon!

Maratona finalizada! Apesar dos feitos heroicos do campeão mundial, o grande Mr. Satan, me surpreende constar que muitas pessoas, em sua ingênua leviandade, ainda o subestimam. Admito que o vídeo de como ele venceu Cell é um pouco sensacionalista, mas isso foi feito pela equipe de marketing para promover a imagem daquele que paga as contas da agência. Ele próprio se mostrou constrangido na exibição. De qualquer modo, isso é um pecadilho em meio às incontáveis manifestações milagrosas do Salvador em prol da humanidade a qual jurou proteger. Este artigo busca passar a limpo os mal entendidos e esclarecer alguns equívocos da plateia. Ao final do texto, todos estaremos vibrando o nome do Salvador do universo, tal qual as pessoas das arquibancadas.



sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O Despertar da Força... nos animes.

Saudações do Crítico Nippon!

Como todos sabem, o Crítico Nippon gosta de absolutamente tudo. É até difícil pensar em coisas que não goste. Tanto que em mais de 5 anos de Elfen Lied Brasil, trago a vocês, sem esconder nenhum, os únicos textos em que realmente desgostei de algo: Shingeki no Kyojin (segundo texto), Hoshi Wo Ou Kodomo e Psycho Pass2. Sim, é isso. Três obras apenas, meus amigos. Você não encontrará mais elogios na internet em uma coluna do que na coluna Crítico Nippon. Dito isso, ainda que fã absoluto de Star Wars (faço maratonas anuais há 10 anos, com fotos no meu perfil do facebook para provar), isso não me impede de amar imensamente o universo de Star Trek. Porém, o que me faz gostar mais do primeiro é justamente o tom fabulesco, a magia, o bem contra o mal (vide minha trilogia Cidade das Trevas). Ao invés da racionalidade de seu querido rival. E é esse tom mágico que nos faz acreditar em algumas coisas racionalmente “improváveis” (pra não dizer “impossíveis”), como o fato dos personagens ficarem mais fortes sem realmente treinarem o físico. O contrário de 98% dos animes, óbvio, que empolgam justamente através de cenas de ação de treinamento. No entanto, tentei buscar alguns exemplos nas animações que seguem a lógica de Star Wars e discutirei um pouco porque isso acontece.