Mostrando postagens com marcador Sci-Fi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sci-Fi. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de maio de 2017

Blame! - 2017 (Netflix)

Saudações do Crítico Nippon!


Quando escrevi sobre Knights of Sidonia, falei que “é uma obra para se sentir. (...) Trata-se de uma experiência sensorial fascinante e memorável. Tenho certeza que foi assim que todos se sentiram no lançamento do primeiro filme de Final Fantasy: The Spirits Within, ou mesmo o Advent Children”. E digo o mesmo deste Blame!, adaptado também da obra do mesmo autor Tsutomu Nihei e trazido a vida com a mesma técnica de CG. Apesar de ser uma obra emocionalmente vazia.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Memories: Cannon Fodder, De Katsuhiro Otomo (1995)

Com um estilo de arte rústico e narrativa profundamente hermética, Cannon Fodder (Bucha de Canhão) se propõe a ser um labirinto elíptico emocional que não facilita em nenhum momento para o expectador. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Shisha no Teikoku (The Empire of Corpses)

Saudações do Crítico Nippon!


Adaptado da obra sci-fi do Project Itoh (Satoshi Ito) (Beta Roberta escreveu sobre o Harmony), Shisha no Teikoku ganha vida pela equipe do cada vez mais impressionante Wit Studio (Shingeki, Kabaneri). O filme conta com diversos personagens do imaginário da Era Vitoriana (Dr. John Watson, Victor Frankenstein, Irene Adler, Sherlock, Karamazov) entre outros reais (Thomas Edison) em uma narrativa que ora soa como um ótimo thriller de espionagem, ora como um inusitado road movie e ora como a mais absoluta bagunça e falta de nexo. 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Noiseman: Sound Insect (1997) – Direto do Underground

Quando se fala em animes estranhos com seguimentos nonsenses surrealistas e psicologicamente confusos de se seguir uma linha de compreensão, talvez os autores/diretores que ficam na ponta da língua do público ocidental sejam Masaaki Yuasa e Hiroyuki Imaishi. O que é natural, pelos trabalhos que realizaram aos longos dos anos no circuito comercial que se tornaram internacionalmente cultuadas – embora isso não seja sinônimo de vendas.

domingo, 20 de março de 2016

Key the Metal Idol (1994): A Idolo de Lata em Busca de um Coração

Em Key the Metal idol acompanhamos a jovem introspectiva, apática, aérea, indiferente, fria, evasiva e monossilábica Tokiko Mima (Junko Iwao), mais conhecida como Key, em sua jornada de amadurecimento e descoberta do mundo. Key the Metal Idol é um sci-fi fabulesco, que reconta o velho arquétipo do garotinho de madeira Pinóquio que queria se tornar humano, mas fica por ai. Key não é Pinóquio, mas deseja se tornar humana. Key é um autômato, um robô com consciência – quando seu avó/inventor é assassinado por uma misteriosa facção por trás do estrondoso sucesso da idol Miho Utsuse (Chiyako Shibahara), ele lhe diz que a única maneira de ela se tornar humana é reunir 30 mil pessoas que desejem isso. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Railgun S - De oitenta a oito

Saudações do Crítico Nippon!


A primeira temporada de Toaru Kagaku no Railgun me deixou com uma sensação ambígua. Por um lado, possuía um interessante universo de pessoas com super poderes e lutas aparentemente simples, porém inteligentes e muito bem feitas, chegando a lembrar Darker Than Black. Do outro lado, quando as protagonistas não estavam lutando, parecia um longo e torturante Shoujo/Yuri. De qualquer modo, fui fisgado a explorar a segunda temporada (o que já quer dizer alguma coisa) e, para minha agradável surpresa, parecia que eu estava vendo outro anime. Com uma atmosfera incrivelmente sombria e uma animação muito mais competente, Railgun S pisa no acelerador e só melhora exponencialmente. As duas temporadas parecem ser feitas para públicos completamente distintos. E eu não vi necessidade nenhuma de ter assistido a primeira, portanto recomendo que comecem por essa segunda sem problema nenhum.

            Isto é, até chegar na reta final e a trama voltar ao Shoujo/Yuri, em uma das maiores decepções que já tive assistindo uma série.