Saudações do
Crítico Nippon!
Adaptado do
icônico mangá de Shirow Masamune, Ghost in the Shell ganhou vida em 1995 pelo
consagrado Mamoru Oshii, quando a internet ainda engatinhava. Assim, seus
méritos “proféticos” em termos de ciberespaço e questionamentos de Homem x
Máquina se tornam ainda mais impressionantes. Era uma época em que o mundo
estava mergulhado no medo dos avanços tecnológicos, representado no Ocidente,
por exemplo, com Exterminador do Futuro (84) e Blade Runner (82) (e Ghost in
the Shell lembra imensamente a obra máxima de Ridley Scott). E, no Oriente, um
dos representantes máximos certamente é a trajetória da Major Motoko Kusanagi.