
Unlimited Blade Works representa o meu primeiro contato com
a Type-Moon, a não muito tempo atrás, quando vi as imagens
desse post sobre o filme. Na época, eu achei aquelas imagens simplesmente
perfeitas. Ai eu aprendi que a ignorância é realmente uma benção! Com
Fate/Zero dando seus últimos suspiros,
acredito que este é o momento ideal pra traçar uns comentários a respeito deste
filme. Mas antes, vamos nos situar.
Fate/Stay
Night é um eroge; visual novel com conteúdos pornográficos
(oh sim, nem toda VN contém sexo, como reza
a lenda urbana), com três rotas a serem exploradas. Cada rota tem sua
heroína principal
(estou sendo muito didática?).
No caso da rota
Fate, temos a Saber, como heroína principal. Na segunda rota,
Unlimited
Blade Works, temos Rin Tohsaka. A última,
Heaven’s Feel, é a mais
trabalhada e complexa de todas, com um plot bem mais centrado no drama de
Sakura Matou do que propriamente na guerra pelo Cálice Sagrado. Pelo forte
drama retratado é a minha predileta, além de ter todos os elementos que
tornaram seu escritor, Kinoko Nasu, ao lado de Jun Maeda e Gen Urobuchi, um dos
escritores/cenaristas de romances visuais, mais conhecidos e queridos.