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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Have a Nice Day (2017)


Saudações do Crítico Nippon!

Primo de alma da fabulosa animação The King of Pigs, que pintava uma Coréia do Sul completamente podre em seus indivíduos, este Have a Nice Day faz exatamente o mesmo com a China contemporânea. Segundo filme do talentoso Liu Jian, é uma obra forte, que traz em suas cores diversos significados que ajudam a contar a história. Claramente inspirado na filmografia dos irmãos Coen, e obras como Pulp Fiction, e tantas outras do gênero, certamente deixaria estes primos distantes orgulhosos.



quinta-feira, 12 de abril de 2018

Made in Abyss (2017)


Saudações do Crítico Nippon!

Nas minhas anotações sobre este anime, devo ter escrito a palavra “aterrorizante” e seus derivados umas dez vezes. Tem a essência daquelas histórias infantis como João e Maria, e até o jovem clássico Over The Garden Wall. Made in Abyss é inteligente em seus detalhes, preenchendo o universo com novas informações o tempo inteiro, embalado por uma animação de tirar o fôlego. E totalmente desesperador.



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Houseki no Kuni (2017)


Saudações do Crítico Nippon!

É impressionante como é difícil assistir um anime aparentemente tão simples como este. A carga mental necessária para seguir adiante é devastadora. Sem grandes batalhas, grandes expectativas, nem grandes reviravoltas. E assim mesmo, é difícil respirar ao terminar vários dos episódios de Houseki no Kuni. É uma experiência universal de auto conhecimento que encontra eco em todos nós.

(mais um texto que só existe graças a votação dos nossos Padrim’s. MESMO.)




sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A abundância de Keijo!!!!!!!!

Saudações do Crítico Nippon!


Essa foi uma das melhores surpresas de toda minha vida. Obviamente não estou dizendo que é um dos melhores animes do mundo, apenas que não havia qualquer expectativa, porém o resultado, meus amigos, foi excepcional. Se trata de uma obra em que garotas lutam usando apenas os peitos e a bunda.  E você, jovem, talvez não entenda agora, mas com o passar dos anos, o conteúdo ecchi cansa bastante. Torna-se um mero zorra total. Mas Keijo não. Keijo é um anime de esporte/ação de primeira categoria. Coisas como Boku no Hero Academia não chegam aos pés de uma obra dessas.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Ballroom e Youkoso (2017)

Saudações do Crítico Nippon!


Após o estrondoso sucesso de Yuri on Ice, era praticamente inevitável que outros esportes do gênero ganhassem sua versão anime. E Ballroom e Youkoso foi uma surpresa que começou desagradável e, bem, se revelou uma surpresa. Com praticamente todos os defeitos de seu antecessor da patinação nos primeiros 10 episódios, o anime encontra o seu ritmo e foco dali em diante e se torna mágico como almejava. 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Blade of the Immortal (2017) - live action

Saudações do Crítico Nippon!


Com o estrondoso sucesso do live action de Rurouni Kenshin (tanto que gerou uma trilogia sem demora) (escrevi sobre todos), era natural que percebessem o potencial de outras possíveis adaptações (até Fullmetal vem aí). Mas se a saga do Battousai conseguia encontrar um fim satisfatório com a saga do Shishio (e a vantagem de contar com 3 filmes para estabelecer todos os personagens), Blade ficou com a desvantagem absurda de encerrar sua história neste filme. Ou seja, é mais do que natural que o resultado final não foi dos melhores. 


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Boku no Hero Academia (temporadas 1 e 2)

Saudações do Crítico Nippon!

Sucesso absoluto em 2016 e 2017, este é o shonen da vez. Inspirado (leia-se: com todos os clichês possíveis) em diversas obras do gênero, Boku no Hero cativa pela energia (na média), pelo universo (de Músculo Total, One Punch Man, Railgun), pelas batalhas (bem esquecíveis) e pelos carismáticos personagens (mas não muito).

(esse texto só existe graças a votação que nossos Padrim’s participaram. MESMO.)

(spoilers... mas não importa muito)


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Death Note - 2017 (Netflix)

Saudações do Crítico Nippon!


Não poderia haver série mais saturada. Está muito pior que os remakes de Homem-Aranha em míseros 10 anos. Após o mangá ter virado anime (e em seguida, versões do diretor), surgiram duas ótimas adaptações cinematográficas japonesas, que seguiam fielmente a história com mudanças raras que até exploravam novas possibilidades interessantes. Em seguida, L Change the World surgiu como um desastre absoluto, tornando o detetive quase um herói de ação. Em 2015, aparece uma mini série pavorosa para TV que eu sequer consegui terminar. Em 2016 surge uma continuação dos longas japoneses, no filme Death Note – Light Up the New World. E agora temos esta versão da Netflix. Talvez o problema não seja a quantidade (embora ajude), mas que cada nova versão consiga a proeza de ser mais ofensiva que a anterior.