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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Chihayafuru - Parte 3 (live action)


Saudações do Crítico Nippon!

O que o diretor Norihiro Koizumi fez com esta trilogia deveria ser estudado com cuidado pelos próximos realizadores que se aventurarem a adaptar mangás para o cinema. Modificando parte dos personagens principais (pra melhor), investindo no seu design de produção diferente do original (pra melhor), e criando uma direção fluída ao invés de episódica, cria os melhores live action que eu já assisti. E não por acaso, Speed Racer que costumava ocupar o cargo de melhor, também fez todas essas modificações citadas anteriormente. O que comprova que obras feitas copiadas e coladas, pra fã bater palma em trailer, sem qualquer pensamento crítico do que funcionaria ou não pra mídia cinematográfica, estão fadadas ao fracasso.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Helena: De Machado de Assis ao Studio Seasons

Gosto muito da sentença de Machado de Assis, ao afirmar que “Cada obra pertence ao seu tempo”, ao pedir a compreensão de um romance como Helena (1876). Se neste tempo em que a obra ganhou revisão ortográfica por seu autor, a obra era vista de soslaio pela grande crítica literária, o motivo não era outro senão seu caráter folhetinesco – romances melodramáticos e rocambolescos repletos de reviravoltas e intrigas voltados especialmente para as mulheres da época, mas também lidos por homens (mesmo porque, assim como Helena, muitos destes foram serializados em jornais da época, motivo pelo qual a estrutura se valer de diversos artifícios para prender a leitura), apesar de folhetins sempre ser estigmatizado pelo patriarcado. Razão pela qual ele declara que cada obra pertence ao seu tempo, aludindo que Helena fora fruto de um outro Machado de Assis, ainda jovem e ingênuo, como se define. Muito embora, considerasse Helena com grande carinho. 

domingo, 17 de janeiro de 2016

domingo, 11 de janeiro de 2015

Guest Review – Ookami Shoujo to Kuro Ouji: Sobre Romance, Risos e Respeito

Olá, eu sou a Pss do falecido Kotodama Reviews e estou aqui para sugerir uma reflexão sobre o animê Ookami Shoujo to Kuro Ouji.

Já faz algum tempo li posts criticando a atitude de protagonistas de shoujo, como esse aqui do Gyabbo! falando sobre Sukitte Ii na Yo e este do Shoujo Café falando sobre Tonari no Kaibutsu-kun. Sinceramente, concordei em alguns pontos, discordei em outros, mas no geral, acho que é necessário sim refletir sobre o que assistimos e apreciamos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Kaze Tachinu (2013)

Desde o ano passado esse post está nos rascunhos... Mas a Beta precisa escrever sobre, então eu tenho que postar isso logo auhsIHSIUhisuhISHIUhs