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sábado, 29 de setembro de 2018

Bakuman (2015) - live action


Saudações do Crítico Nippon!

Das mentes por trás de Death Note, Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, Bakuman conseguiu a proeza de conquistar tantos fãs quanto. Ao trabalhar de forma metalinguística com os protagonistas tentando criar seu próprio mangá na Shonen Jump, mexia com o imaginário de todos nós que crescemos sem saber exatamente o funcionamento dos bastidores das obras que acompanhamos. Além de funcionar como uma aventura com todas as características shonen da Jump, como é dito na própria obra, envolvendo esforço, amizade e vitória. O diretor Hitoshi Ohne, que antes só havia trabalhado em séries de TV, faz um ótimo trabalho ao trazer energia e dinâmica a uma história fundamentalmente parada (pessoas desenhando).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Shisha no Teikoku (The Empire of Corpses)

Saudações do Crítico Nippon!


Adaptado da obra sci-fi do Project Itoh (Satoshi Ito) (Beta Roberta escreveu sobre o Harmony), Shisha no Teikoku ganha vida pela equipe do cada vez mais impressionante Wit Studio (Shingeki, Kabaneri). O filme conta com diversos personagens do imaginário da Era Vitoriana (Dr. John Watson, Victor Frankenstein, Irene Adler, Sherlock, Karamazov) entre outros reais (Thomas Edison) em uma narrativa que ora soa como um ótimo thriller de espionagem, ora como um inusitado road movie e ora como a mais absoluta bagunça e falta de nexo. 

domingo, 29 de maio de 2016

Sarusuberi: Miss Hokusai (2015) – Uma Pintura Ukyio-e da Edo Antiga

O filme retrata uma estação da vida e Keiichi Hara novamente parte da perspectiva familiar para um drama leve e emocional em um ritmo narrativo bastante japonês. 

sábado, 23 de abril de 2016

The Boy and the Beast (2016)

Saudações do Crítico Nippon!

Mamoru Hosoda fascinava por seus filmes com premissas simples que ganhavam um desenvolvimento muito mais profundo do que poderíamos esperar. Foi esse o caso das crianças lobos e da colegial que viajava no tempo. Infelizmente, não é esse o caso de The Boy and the Beast, que conta com uma segunda metade pavorosa que não condiz com a simplicidade da primeira. Me lembrou muito Hoshi Wo Ou Kodomo, de Makoto Shinkai, que também foi o único grande erro da carreira deste diretor. E Hosoda enfim fez o seu.

quinta-feira, 10 de março de 2016

segunda-feira, 28 de setembro de 2015