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domingo, 7 de maio de 2017

Kino no Tabi – Episódios 06 & 07: Vingadores

Está e a primeira vez que Kino no Tabi emprega a estrutura de um arco de dois episódios, e pela primeira vez vemos storyboards e roteiros pobres em um episódio duplo que é absolutamente decepcionante e previsivelmente chato.

sábado, 29 de abril de 2017

Kino no Tabi – Episódio 05: Uma Terra Onde a Maioria Decide

Quando vim a escrever sobre este episódio de Kino no Tabi a um bom tempo atrás, eu já havia assistido ao episódio 4, e o fato deste episódio ser uma miríade de pensamentos filosóficos que aparentemente desconexos (que agora vejo com bastante obviamente do que se trata) à minha mente profundamente bagunçada não me deixou descansar enquanto não colocasse as ideias no papel – no entanto, sem a pretensão [naquele presente momento] de vir a publicá-lo. Penso que falte um pouco de lapidação, mas o que segue abaixo é tudo o que subtrai de tal fascinante episódio.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Kino no Tabi – Episódio 04: Terra dos Adultos

Kino é uma personagem construída sobre um arquétipo andrógeno, fato que obviamente levou muitos que acompanharam Kino no Tabi em sua exibição original questionarem acerca de seu gênero, tal qual a hiperativa Ed de Cowboy Bebop

sábado, 8 de outubro de 2011

REC e o Charme de Audrey Hepburn


Breakfast at Tiffany's, é tido como o filme mais elegante de todos os tempos pela grande crítica, está completando 50 anos essa semana e por mais que, “Bonequinha de Luxo”, não seja um dos meus filmes preferidos, tem uma das atrizes mais fotogênicas e que soube como ninguém, chamar todos os holofotes pra si quando estava em cena, falo de Audrey Hepburn. Bonequinha de Luxo representa em toda sua autocensura, o surgimento da mulher moderna, e por mais que o filme teve que ser suavizado (se trata de uma adaptação do romance de Truman Capote – Critico ferrenho da sociedade americana e tido como a língua mais ferina de Nova York, na época), devido à sociedade conservadora e o medo de Hollywood em confronta-la, ainda dá pra perceber a essência fundamental da obra original, afinal, a personagem de Audrey ainda é uma prostituta. Isso por mais que o escritor, Capote, sempre brincasse dizendo que a personagem, Holly, não era uma prostituta, mas sim uma gueixa a maneira japonesa.