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domingo, 24 de novembro de 2019

O Príncipe Dragão - 3ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

Agora é oficial: essa divisão de 9 episódios está prejudicando a série. Claramente forçando decisões e movendo personagens de um canto para outro daquele mundo em uma velocidade surreal, a necessidade de criar clímax de 9 em 9 está sabotando a série. Em Avatar, cada temporada contava com 20, então não havia pressa para chegar nos locais e podiam construir arcos dramáticos com calma. Para construir um final de temporada, é necessário por volta de 3 episódios. Em uma temporada com 9, isso é um monte. Porém, em uma temporada com 20, míseros 3 episódios não são nada. E isso faz toda diferença do mundo. Aqui, em um episódio o personagem está feliz, no seguinte ela nunca esteve tão braba, é um salto rápido demais para gerar conflitos falsos no pouco tempo que eles possuem. Enfim, há muito o que se analisar.


(contém SPOILERS)




terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

O Príncipe Dragão - 2ª temporada


Saudações do Crítico Nippon!

É difícil controlar os ânimos com o mais novo universo do co-criador da Lenda de Aang. Torço com todas as forças para que funcione, assim como torcia com A Lenda de Korra, e que só me decepcionei. Então não acho que seja questão de expectativa. O Príncipe Dragão tem mérito próprio, sendo desde já um gigante. Esta segunda temporada (Livro 2 - Céu) explora cada vez mais o universo iniciado na primeira, com momentos genuinamente emocionantes, complexos e rico em seu universo e nos dilemas de seus personagens. E como autor de uma trilogia de fantasia, fico profundamente comovido com a força e expansão de uma história dessas.

(SEM SPOILERS... pra quem viu a primeira temporada, né)





sábado, 15 de setembro de 2018

O Príncipe Dragão (2018)


Saudações do Crítico Nippon!

Esse ano fez 10 anos que o final de Avatar – O Último Dobrador de Ar foi ao ar na televisão. E coincidência ou não, foi anunciado também uma nova série sobre a avatar Kyoshi. E melhor ainda, um dos co criadores, Aaron Ehasz, juntamente com nomes por trás de Star Wars – Clone Wars e Uncharted, resolveu enfim dar vida a outro universo fantástico a partir do zero. A responsabilidade é monstruosa, visto que Avatar segue encarado como um dos melhores desenhos de todos os tempos. E já haviam falhado com Korra, que foi uma completa atrocidade. Além de ir ao ar pelo Netflix cujos originais tem um saldo muito mais negativo do que positivo. Dito tudo isso, O Príncipe Dragão superou todas as expectativas e é absolutamente formidável.  

(sem spoilers)


sábado, 11 de agosto de 2018

Berserk: trilogia Golden Age


Saudações do Crítico Nippon!

Esta trilogia de filmes é o meu primeiro e único contato com Berserk. Acho que tem algum valor por eu não estar “infectado” com o anime de 97 ou o mangá, poderei julgar facilmente e exclusivamente esta série de remakes que abrange o arco da Era de Ouro. Contando com altos e baixos, alguns muito altos e outros extremamente baixos, a maior parte dos méritos é do estúdio 4ºC, que compreendeu a magnitude da obra que havia em mãos. Mesmo que se atrapalhe muito em alguns momentos.
(A Beta Roberta comentou dois deles aqui e aqui)
(Esse texto só existe graças à votação do Padrim. Participe também!)



domingo, 8 de janeiro de 2017

Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu (2016)

Saudações do Crítico Nippon!

É fácil entender o sucesso de Re: Zero. Contando com um protagonista comum transportado a um mundo fantástico, possui lutas eficientes, personagens inteligentes, mistérios envolventes e certa frequência de reviravoltas. Acrescente a fórmula de All You Need Is Kill, em que o protagonista morre e revive em determinado ponto do vídeo-game, digo, do anime, e é possível fazer um banho de sangue e situações desesperadoras com o herói. Porém, mais do que isso. Re: Zero subverte inúmeras das nossas expectativas iniciais e parece se divertir imensamente com isso.

(discutirei pontos específicos da trama então, hum, spoilers)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Berserk: Golden Age Arc I - Egg of the King


"Neste mundo, o destino do homem é controlado por alguma lei ou entidade transcendental. Ao menos o homem sabe que não tem controle sobre sua própria vontade" – Assim começa simpática produção da versão tv de Berserk, produzida pelo desconhecido estúdio OLM, ainda em 1997. Digo simpática, porque os valores de produção realmente eram limitados, contudo havia ali toda a essência do material de origem que o tornara em um épico tão denso. Com um bom traço, boas expressões, visualmente agradável e com aquele algo de sujo que a atmosfera pede certamente uma produção ainda hoje marcante apesar do [óbvio] orçamento limitado.

domingo, 20 de maio de 2012

Dorothea: A Bruxa De Nauders - Volumes 03~06


Em julho de 2011, comentei aqui no blog, sobre Dorothea, que na época se encontrava no volume 02. Por algum motivo, o primeiro volume não conseguiu me tocar, mas o seguinte teve uma crescente tão grande, que me senti tentada a fazer uma crítica positiva sobre o mesmo. Quase um ano depois, o mangá chegou ao fim, e será que o mesmo conseguiu atender as expectativas? É o que vamos conferir logo abaixo. 

sábado, 16 de julho de 2011

Dorothea: O Martelo das Bruxas

Na ficção, vemos/lemos muitos exemplos de histórias que são moldadas com base no preconceito, lendas urbanas, fatos reais e períodos históricos. "Dorothea" se encaixa bem em todos esses exemplos acima e sua premissa chama a atenção de todos aqueles aficionados por História Medieval, mas não só esses, para aqueles que buscam uma história com um background realmente interessante. Dorothea é um recente mangá lançado pela editora Panini e que já se encontra atualmente (16/07) no volume 02. Adoraria dizer que, até o ponto que li (volume 02), Dorothea é uma mangá perfeito e questionar os motivos de você ainda não estar colecionando este titulo. Mas “Dorothea” tem um problema crítico de execução e logo no primeiro volume!!! Se a primeira impressão é a que fica, os que conseguiram chegar ao final do primeiro volume não querem nem saber de sua seqüência. Mas vamos por parte. Provavelmente não estaria escrevendo este texto se não estivesse me sentindo motivada.